segunda-feira

Reunião da Comissão Intergestores Bipartite do Tocantins apresenta situação alarmante da dengue

Laiany Alves/Governo do Tocantins - A Comissão Intergestores Bipartite do Tocantins (CIB) realizou, na tarde de quinta-feira, 21, a 1ª reunião ordinária do ano, no auditório da Justiça Federal, com a participação de diversos municípios que contemplam as oito regiões de saúde do Estado. Durante o encontro, foi feito um alerta para a situação epidemiológica das arboviroses no Tocantins, que demonstra, em apenas dois meses, o registro de mais de 1.600% de acréscimo nos casos registrados de dengue, com evidência ao sorotipo DEN 2 que traz maior gravidade aos casos registrados, elevando a possibilidade de óbitos. O gerente da área técnica de Vigilância Epidemiológica das Arboviroses, Evesson Farias, ressaltou, no alerta aos municípios presentes na CIB, que o Tocantins está passando por um pico epidêmico de casos, com maiores registros para o sorotipo do vírus DEN 2 da dengue, além do acréscimo dos casos de zika e chikungunya. “Já enfrentamos uma epidemia da zika em que a população toda colaborou para o controle da população doAedes. Neste momento, necessitamos deste mesmo engajamento, pois para dengue há a possibilidade de ser infectado e adoecer quatro vezes”, reforçou o técnico. “Temos quatro tipos diferentes do vírus da dengue, com atenção ao sorotipo DEN 2 sendo um dos mais agressivos, aumentando as chances de óbitos. A população e os municípios devem ficar atentos, pois a medida mais eficaz para o controle dessas doenças é controlar a população do vetor, o mosquito Aedes Aegypti”, esclareceu. DADOS De acordo com o monitoramento da Gerência de Vigilância Epidemiológica e Arboviroses, da Secretaria de Estado da Saúde (SES), segundo início de sintomas, considerando o mesmo período de 2018, houve um acréscimo de 654,8%, nos casos de chikungunya, com 203 casos em 2019 contra 31 em 2018. Os casos de dengue, comparando o mesmo período do ano passado, mostram um crescimento de 1.657,7%, com 3.867 casos em 2019 contra 220 em 2018. Já a zika, o acréscimo apresentado é de 3.000%, com 420 casos em 2019 em relação a 14 em 2018. Até o dia 12 de fevereiro deste ano, dois municípios confirmaram casos de chikungunya no Estado; 32 confirmaram casos de dengue e seis confirmaram casos de zika. Oito óbitos estão em investigação com sintomas de dengue

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