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segunda-feira, 3 de junho de 2019

REINTRODUÇÃO NA SOCIEDADE Projeto de leitura desenvolvido em estabelecimentos penais proporciona conhecimento e remição de pena

A leitura é parte fundamental no processo educacional que resulta na construção do indivíduo. Com base nisso a Secretaria de Cidadania e Justiça (Seciju), através da Gerência de Assistência Educacional e Saúde ao Preso e Egresso, promove projetos de leitura com caráter ressocializador em 13 unidades prisionais do Estado. A leitura é direito do reeducando e deve ser estimulada como forma de atividade complementar que pode ser utilizada para remição da pena. A agente analista de Execução Penal da Gerência de Assistência Educacional e Saúde ao Preso e Egresso, Renata Keli Marinho Duarte, explica que a atividade de leitura com foco na remição da pena acontece através de projetos que podem ser estimulados pela a sociedade. A agente disse que os realizadores dos projetos podem ser diretores de unidades prisionais, professores universitários, Conselho da Comunidade, familiares dos reeducandos, Defensoria Pública e a Seciju. RESULTADOS POSITIVOS Na Cadeia Pública de Guaraí, o projeto de remição por leitura foi iniciado em 2017, com a participação de 70 reeducandos, destes, dois tornaram-se monitores do projeto de leitura. Já os professores da Escola Prisional, que fica dentro do estabelecimento penal, notaram melhor rendimento dos reeducandos que participam do projeto de remição de pena através da leitura. A professora Andréa Valadares diz que percebeu diferença em todos os aspectos, mas em especial no comportamento e desenvolvimento escolar. Participante do projeto de remição pela leitura, o reeducando D. O. conta que o envolvimento no projeto proporcionou autoconhecimento e aquisição de cultura. “A leitura melhora cada vez mais o conhecimento e o desenvolvimento das palavras”, disse. Ele também incentiva os companheiros de cela a participarem do projeto, pois desenvolveu gosto pela leitura. “Tenho preferência por livros de dramaturgia, poesia e literatura”, afirmou. Erlene Miranda/ Governo do Tocantins

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