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HORA CERTA

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Bombeiros usam dia de folga para doar alimentos a lar de idosos

gência Brasília - Cerca de 20 militares do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal decidiram usar o dia de folga para fazer bem ao próximo. Eles entregam, ao longo de toda a sexta-feira (05), alimentos arrecadados no 2º Encontro de Carros Antigos, evento promovido pelo CBMDF no último sábado (29 de junho). O ingresso do encontro foi 1 quilo de alimento não perecível e, assim, a corporação arrecadou seis toneladas de produtos alimentícios. A comida será doada para 11 instituições que atendem idosos, crianças e famílias carentes do DF. A primeira instituição a receber os donativos, na manhã desta sexta-feira (05), foi o Lar dos Velhinhos Maria Madalena, no Núcleo Bandeirante. Oitocentos quilos das seis toneladas arrecadadas foram entregues no local, que atende 90 idosos. A ação faz parte das comemorações aos 163 anos da corporação, criada no Rio de Janeiro, então capital federal, por D. Pedro II, em 2 de julho de 1856. Os idosos atendidos pelo Lar dos Velhinhos Maria Madalena moram no local e fazem seis refeições diárias. Por dia, eles consomem 70 litros de leite, 80 quilos de carne, 25 quilos de arroz, 15 quilos de feijão e 12 unidades de frango. “As doações são muito importantes para mantermos o atendimento”, diz Marcela Pereira Guedes, terapeuta ocupacional do Instituto Integridade, que administra o Lar dos Velhinhos. Segundo ela, os idosos pagam uma mensalidade que corresponde a 70% da aposentadoria deles (o equivalente a cerca de R$ 600 na maioria dos casos). Além disso, o Lar dos Velhinhos recebe repasses de R$ 219 mil da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). “Mas 70% deste recurso é usado para pagamento de pessoal”, explica Marcela. “Precisamos de doações porque esses valores não suprem a demanda.” A instituição também precisa de doações de fralda geriátrica, esparadrapo, gase e outros materiais para fazer curativo. Por dia, os idosos gastam 300 unidades de fralda. “Também pedimos para a comunidade estar presente no dia-a- -dia do lar. A troca de afeto é tão importante quanto as doações”, arremata a terapeuta ocupacional.

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