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quinta-feira, 4 de julho de 2019

CIDADANIA Parque da Cidade de cara nova

O inverno brasiliense marca presença no Parque da Cidade Sarah Kubitscheck. Folhas caídas, poeira, grama baixinha e a falta de manutenção de algumas áreas comuns são alguns dos problemas que o novo administrador do local, Silvestre Rodrigues da Silva, terá de superar. A menos de uma semana ocupando essa função, ele já colocou as mãos na massa e deu início, na terça-feira (2), a uma operação de limpeza geral do espaço. Com auxílio de 50 agentes do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e também de uma equipe da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), o Parque da Cidade começa a mudar. Logo pela manhã desta terça, foram realizados serviços de varrição das ruas, capina e pintura de meios-fios. “Começamos com a limpeza geral para depois renovarmos as sinalizações das faixas de corrida, inclusive com o reforço na pintura das quilometragens – algo que nossos corredores estão reivindicando há muito tempo”, explica Silvestre. ESPAÇO PRIVILEGIADO O Sarah Kubitscheck é o maior parque urbano da América Latina. São 420 hectares de área, com frequência semanal de mais de 55 mil pessoas. “É um espaço muito nobre, um privilégio para quem mora no DF”, exalta Silvestre. “É um local lindo, de contato com a natureza e bem no centro de Brasília, mas que, infelizmente, ficou abandonado por muito tempo. Precisamos e vamos cuidar melhor dele. Essa é uma determinação do governador Ibaneis Rocha.” Na semana passada, Silvestre pediu ajuda dos engenheiros e arquitetos da Novacap para avaliar as necessidades de reparos nos 16 banheiros públicos do local. “Vamos reformar todos. Fizemos os levantamentos de quantos vasos, pias e de tudo o que é necessário ser feito. Queremos oferecer banheiros de qualidade, porque nossos frequentadores merecem e nosso parque, também.” O administrador aponta como a prioridade número um de sua gestão a limpeza e a revitalização dos equipamentos públicos. Para manter tudo em ordem, ele aposta na busca de parcerias com a comunidade. “A gente sabe que muita coisa é difícil de fazer, mas temos de buscar nessas horas os amigos, a comunidade e os empresários que podem ajudar”, diz. “Se a gente arruma o parque, valoriza o negócio de cada um deles.” Renata Moura/Ag. Brasília

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