A notícia em primeira mão: Operação “Bazófia” prende uma pessoa por tráfico na região central da Capital

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Operação “Bazófia” prende uma pessoa por tráfico na região central da Capital

Wherbert Araújo/Governo do Tocantins - Um homem suspeito de receber e coordenar a distribuição de drogas na Capital e municípios vizinhos foi preso na manhã de segunda-feira, 23. A prisão foi resultado de uma operação conjunta da Divisão de Repressão a Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil (PC) do Tocantins, e do grupo integrado de Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), da Polícia Militar (PM). Com o homem foram encontrados 30 quilos de maconha, avaliada em R$ 1,5 mil cada quilo, e dois quilos de cocaína de alta pureza, avaliada em R$ 60 mil. De acordo com o capitão da PM, Daniel Rodrigues dos Santos, a operação desta segunda-feira é decorrente da ação policial realizada no domingo, 22. Na ocasião, 115 kg de drogas foram apreendidos pela Polícia na TO-050, entre Porto Nacional e Silvanópolis, na região central do Estado. A maioria da droga era maconha, mas também foram encontrados tabletes de crack e cocaína. Neste domingo, duas pessoas foram presas, sendo um homem, que foi encaminhado para a Casa de Prisão Provisória de Porto Nacional, e uma mulher, encaminhada para a unidade prisional feminina de Taquaralto, em Palmas. Um terceiro suspeito conseguiu escapar e está sendo procurado. “Tínhamos um alvo cruzado entre a Denarc e a Agência Central de Inteligência da Polícia Militar e a partir daí conseguimos mapear a distribuição de drogas no centro de Palmas e prender um suspeito nesta manhã”, afirmou o capitão da Rotam. OPERAÇÃO BAZÓFIA As prisões e apreensões de entorpecentes fazem parte da primeira etapa da Operação “Bazófia”, cuja palavra tem o significado de “ostentação” e “vaidade”. Deflagrada pela Polícia Civil do Tocantins por meio da Denarc em parceria com a Polícia Militar. A operação visa desarticular o tráfico de entorpecentes na Capital. A Polícia Civil informou que a droga apreendida vem da Bahia e cujos integrantes seriam ligados a facção de renome nacional. Segundo o delegado Emerson Francisco de Moura, por cerca de três meses, agentes da Denarc estiveram monitorando o comércio de entorpecentes na Capital.

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