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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Prato Cheio contempla mais de 27,7 mil famílias

  A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) liberou, nesta segunda-feira (31), o crédito do programa Cartão Prato Cheio. No total, 27.748 beneficiários, que efetuaram o desbloqueio do cartão até o dia 1º deste mês, receberão R$ 250. O valor se destina à aquisição de itens da cesta de alimentos e de pão e leite, como forma de garantir alimentação às famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional no DF, principalmente durante o período de pandemia da Covid-19. Foram investidos R$ 6.937 milhões para concessão do benefício no mês de agosto. A secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Rocha, explica que o auxílio precisa ser utilizado dentro do prazo de 30 dias, a contar da data do pagamento. “É importante que os beneficiários saibam que o crédito do Prato Cheio não é cumulativo”, orienta. “Por isso, os R$ 250 devem ser utilizados para a aquisição dos itens da cesta de alimentos de forma que não fique saldo no cartão de um mês para o outro”. “Hoje estamos com mais de 28 mil famílias recebendo o benefício”, contabiliza a secretária. “São mães que estão conseguindo colocar o alimento na mesa para seus filhos. Lembro que, no início da pandemia, apenas oito mil pessoas recebiam a cesta de alimentos in natura em suas casas. Tivemos um aumento de 256,25% no número de beneficiários. Isso mostra o quanto a nossa equipe tem trabalhado, incansavelmente”. O benefício já foi entregue para 28,5 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional no DF. Porém, após reavaliação socioeconômica, 781 beneficiários tiveram o auxílio cancelado por estarem foram do critério de renda – que, conforme prevê o decreto, deve ser igual ou inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50) per capita. “A pessoa, quando entra em contato com a equipe do Cras [Centro de Referência de Assistência Social], informa a sua renda atual e se declara impossibilitada de comprar os alimentos para sua família, mas é importante que essa pessoa informe qualquer mudança que ocorra no seu perfil de renda, já que é o agente social que analisa o risco social em que se encontra a família e, assim, concede o benefício”, destaca a secretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes , Karla Lisboa.

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