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quinta-feira, 16 de junho de 2022

Bolsonaro diz que novo reajuste da Petrobras seria “interesse político para atingir governo” Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/breves/bolsonaro-novo-reajuste-da-petrobras-seria-interesse-politico-para-atingir-governo

 O presidente Jair Bolsonaro (PL).| Foto: Isac Nobrega/PR

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar nesta quinta-feira (16) a possibilidade de um novo reajuste pela Petrobras. Para o mandatário, um novo aumento em meio a tramitação no Congresso de projetos para conter a alta dos combustíveis “seria um interesse político para atingir o governo federal”. O Conselho de Administração da estatal autorizou nesta noite um aumento no preço do diesel e gasolina. A expectativa é que o anúncio seja feito nesta sexta-feira (17) e o reajuste passe a valer semana que vem.


“Eu espero que a Petrobras não queira aumentar o diesel e a gasolina nesses dias que nós estamos negociando com o Parlamento, uma tremenda boa vontade dos parlamentares, parabéns aos parlamentares nessa negociação. Eu só posso entender que um reajuste da Petrobras agora seria um interesse político para atingir o governo federal”, disse o chefe do Executivo durante a live semanal desta quinta, antes da divulgação do resultado da reunião do conselho da companhia.


O Congresso aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei (PLP) 18/22 que fixa um teto de 17% para o ICMS que incide sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transporte coletivo. O texto foi encaminhado para sanção presidencial. Além disso, está tramitando no Congresso a proposta de emenda à Constituição (PEC) que promete zerar temporariamente impostos federais sobre combustíveis até dezembro de 2022.


“A Petrobras foi do Brasil, atualmente é dos funcionários e dos minoritários, em especial dos fundos de pensões de fora do Brasil”, afirmou Bolsonaro. O mandatário voltou a reclamar que não conseguiu informações detalhadas sobre o funcionamento da política de paridade de preços com base no mercado internacional utilizada pela empresa. Segundo Bolsonaro, a estatal “tem um prazo de vários meses para reajustar [os combustíveis] e isso quem diz é a decisão do conselho de quando se criou a PPI no governo Temer”.


A defasagem do diesel é de 18%, após 36 dias sem reajuste, segundo dados desta quarta-feira (15) da Associação Brasileira dos Importadores e Combustíveis (Abicom). Já o preço da gasolina está há 96 dias sem alteração e com uma defasagem de 14%, de acordo com a associação.


“Para mim e para a equipe econômica não interessa esse lucro da Petrobras do primeiro trimestre que foi de R$ 44 bilhões, onde praticamente metade vinha para nós. Não quero isso, mas não tenho como pegar e abater no preço diesel, a Petrobras podia fazer isso aí cumprindo a questão do PPI", disse o mandatário.


"Mas há um interesse enorme dos minoritários, que eu não consigo explicar e não vou cometer nenhuma injustiça aqui, por que o presidente da Petrobras e os diretores têm essa sanha de imediatamente reajustar os preços de combustíveis”, completou o presidente.

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Copyright © 2022, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.O presidente Jair Bolsonaro (PL).| Foto: Isac Nobrega/PR

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar nesta quinta-feira (16) a possibilidade de um novo reajuste pela Petrobras. Para o mandatário, um novo aumento em meio a tramitação no Congresso de projetos para conter a alta dos combustíveis “seria um interesse político para atingir o governo federal”. O Conselho de Administração da estatal autorizou nesta noite um aumento no preço do diesel e gasolina. A expectativa é que o anúncio seja feito nesta sexta-feira (17) e o reajuste passe a valer semana que vem.


“Eu espero que a Petrobras não queira aumentar o diesel e a gasolina nesses dias que nós estamos negociando com o Parlamento, uma tremenda boa vontade dos parlamentares, parabéns aos parlamentares nessa negociação. Eu só posso entender que um reajuste da Petrobras agora seria um interesse político para atingir o governo federal”, disse o chefe do Executivo durante a live semanal desta quinta, antes da divulgação do resultado da reunião do conselho da companhia.


O Congresso aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei (PLP) 18/22 que fixa um teto de 17% para o ICMS que incide sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transporte coletivo. O texto foi encaminhado para sanção presidencial. Além disso, está tramitando no Congresso a proposta de emenda à Constituição (PEC) que promete zerar temporariamente impostos federais sobre combustíveis até dezembro de 2022.


“A Petrobras foi do Brasil, atualmente é dos funcionários e dos minoritários, em especial dos fundos de pensões de fora do Brasil”, afirmou Bolsonaro. O mandatário voltou a reclamar que não conseguiu informações detalhadas sobre o funcionamento da política de paridade de preços com base no mercado internacional utilizada pela empresa. Segundo Bolsonaro, a estatal “tem um prazo de vários meses para reajustar [os combustíveis] e isso quem diz é a decisão do conselho de quando se criou a PPI no governo Temer”.


A defasagem do diesel é de 18%, após 36 dias sem reajuste, segundo dados desta quarta-feira (15) da Associação Brasileira dos Importadores e Combustíveis (Abicom). Já o preço da gasolina está há 96 dias sem alteração e com uma defasagem de 14%, de acordo com a associação.


“Para mim e para a equipe econômica não interessa esse lucro da Petrobras do primeiro trimestre que foi de R$ 44 bilhões, onde praticamente metade vinha para nós. Não quero isso, mas não tenho como pegar e abater no preço diesel, a Petrobras podia fazer isso aí cumprindo a questão do PPI", disse o mandatário.


"Mas há um interesse enorme dos minoritários, que eu não consigo explicar e não vou cometer nenhuma injustiça aqui, por que o presidente da Petrobras e os diretores têm essa sanha de imediatamente reajustar os preços de combustíveis”, completou o presidente.



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