A notícia em primeira mão: Sérgio Reis e Otoni de Paula no alvo da PF

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Sérgio Reis e Otoni de Paula no alvo da PF

 Bom dia. Cantor Sérgio Reis e deputado Otoni de Paula (PSC-RJ) viram alvos da PF. Jair Bolsonaro ingressou com ação para impedir o STF de abrir inquérito sem aval do Ministério Público Federal. Os números da violência no país. Afeganistão segue sob tiros, caos e truculência, e o Haiti convive com tragédias. A vacinação e os índices da pandemia no Brasil. O Assunto aborda a fase dos idosos em meio ao vírus. As perdas de qualidade de vida em saúde em Mariana após rompimento de barragem. As novas atrações do Rock in Rio. E veja quem tem direito a ser cidadão alemão.


Sérgio Reis e Otoni de Paula no alvo da PF

O cantor Sérgio Reis e o deputado Otoni de Paula (PSC-RJ) viraram alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal nesta sexta-feira em ação que investiga incitação a atos violentos e ameaçadores contra a democracia. Agentes da PF foram ao menos a quatro endereços no Rio e em Brasília ligados ao dois. Ao todo, 29 mandados foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes e atendem a um pedido da Procuradoria-Geral da República.

Bolsonaro x STF

Presidente Jair Bolsonaro — Foto: Reuters/Ueslei Marcelino

Presidente Jair Bolsonaro — Foto: Reuters/Ueslei Marcelino

Jair Bolsonaro ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) a fim de impedir o tribunal de abrir inquérito "de ofício", ou seja, por iniciativa própria — sem pedido do Ministério Público Federal. A ação, assinada por ele e pelo advogado-geral da União, Bruno Bianco, questiona o artigo 43 do regimento interno do Supremo, que deu origem ao inquérito das "fake news", aberto de ofício em março de 2019 pelo então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, com o objetivo de apurar notícias fraudulentas e ameaças a ministros do tribunal. Entenda a manobra do presidente.

Monitor da violência

Os assassinatos no Brasil caíram 8% no primeiro semestre. O Ceará teve a maior queda no número de homicídios no país. A maior alta de assassinatos ficou com Roraima, enquanto o Amazonas registrou um aumento de 35% em crimes violentos.

Afeganistão na mão do Talibã

"Fui às aulas mesmo após ter visto colegas mortos na minha universidade. Mas agora preciso fugir. Os assassinos estão no poder." A declaração da estudante de engenharia Hada Hamidi, de 21 anos, mostra o clima de medo no Afeganistão após a tomada do Talibã. Em entrevista ao G1, ela contou que teve que abandonar a graduação para tentar fugir do país.

Ontem, o porta-voz do Talibã Zabihullah Mujahid anunciou que o Afeganistão passou a ser o Emirado Islâmico do Afeganistão, mesmo nome adotado no país quando o grupo extremista assumiu o poder pela primeira vez, em 1996.

Mujahid havia dito, em entrevista coletiva, que o grupo teria atitudes mais demoradas. No dia seguinte à declaração, um dos principais comandantes do grupo afirmou que não há possibilidade de o país adotar uma democracia. Nas palavras do líder, "a lei é a Sharia e é isso".

A devastação sem fim no Haiti

Aconteceu de novo. Mais um terremoto (agora de magnitude 4,9) atingiu o Haiti, na quarta (18) à noite (assista abaixo). Em menos de uma semana, este é o terceiro desastre natural no país. Ele sucedeu o terremoto de sábado e o ciclone de segunda. No total, há mais de 2,1 mortos. Calcula-se que 12 mil pessoas tenham ficado feridas, e há 32 desaparecidos. A situação deixou os hospitais no limite, e as estradas por onde são transportados suprimentos vitais para as vítimas ficaram bloqueadas. Vale lembrar que o Haiti ainda enfrenta a turbulência política (decorrente do assassinato do presidente Jovenel Moise) e a escassez de vacinas no enfrentamento à pandemia.

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