A notícia em primeira mão: Seis pessoas são investigadas em operação que apura crime tributário, em Goiás

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Seis pessoas são investigadas em operação que apura crime tributário, em Goiás

Suposta associação criminosa composta por empresários do ramo de transporte de cargas, contadores e um servidor público. 

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DOT), com apoio da Secretaria Estadual da Economia, deflagrou a Operação Cítrico, na manhã desta quinta-feira (17/2). Seis pessoas são investigadas por envolvimento em supostos crimes tributários.

De acordo com a corporação, o alvo da operação é uma suposta associação criminosa composta por empresários do ramo de transporte de cargas, contadores e um servidor público.

Na manhã de hoje (17) foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão, sendo sete deles em Goiânia e um em Morrinhos. Durante a ação, foram apreendidos aparelhos de telefone celular, computadores e documentos que servirão de fonte de prova sobre a prática dos delitos investigados.

Além disso, o empresário, alvo principal da operação, foi preso ainda em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo. A identidade dele não foi divulgada.

Operação que apura crime tributário, em Goiás

As investigações apontam que a associação criminosa teria fraudado contrato social de uma empresa do transporte de cargas, lançando como sócio proprietário um ‘laranja’, para desse modo sonegar os impostos e livrar o real proprietário da empresa de arcar com os pagamento dos tributos devidos.

A Polícia Civil (PC) aponta que a prática delituosa teve participação de empresários, contadores e também de um ex-servidor da Junta Comercial (Juceg) de Morrinhos. Ao todo, seis pessoas são investigadas por participação no caso.

Durante o cumprimento dos mandados de busca, auditores fiscais da Secretaria da Economia apreenderam dados de sistemas de informática dos investigados, os quais, conforme a PC, propiciarão auditoria completa para estabelecer o montante a título de tributos devidos, que gira em mais de R$ 300 mil.

Os investigados responderão por crime tributário, falsidade documental e associação criminosa, além de terem de arcar com o pagamento dos tributos sonegados acrescidos de multa.

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