terça-feira

Do aço que ajudou a construir Brasília à arte: Pinheiro Ferragens agora faz parte de monumento no coração da capital



  Brasília ganhou um novo elemento em sua paisagem cultural com a inauguração de “A Queda de Atlas”, monumento do artista Anderson Schneider, instalado em frente ao SESI Lab, no coração da capital. A obra foi apresentada ao público durante a Noite do SESI Lab, evento que reuniu programação cultural e de entretenimento, com DJs, food trucks, projeções e outras atrações, transformando o espaço em um ponto de encontro entre arte, tecnologia e cultura.

Com quase sete toneladas, o monumento é produzido em aço corten, concreto e cabos de aço galvanizado. Após a inauguração, a obra já está disponível para visitação e passa a integrar a paisagem urbana de Brasília, aproximando o público de uma criação que reúne elementos de arte, arquitetura e engenharia.

A Pinheiro Ferragens é patrocinadora do projeto e esteve presente na inauguração, prestigiando o artista. O aço, material tradicionalmente associado à construção civil e à indústria, esteve presente na formação da capital e agora ganha uma nova dimensão ao ocupar um espaço de destaque na produção artística da cidade.

Para Janine Brito, presidente do LIDE Mulher Brasília e CEO da Pinheiro Ferragens e do Grupo Pinheiro de Brito, o patrocínio representa uma continuidade da relação da empresa com Brasília e uma oportunidade de contribuir para a cena cultural da capital. “A Pinheiro tem uma relação muito especial com Brasília. O aço fez parte da construção dessa cidade e da história da nossa empresa. Hoje, poder contribuir para que esse mesmo material esteja presente em uma obra de arte, no coração da capital, mostra como o aço pode continuar ajudando a construir Brasília, agora também por meio da cultura e da criatividade.”

A empresária ressalta ainda que o apoio à obra amplia a atuação da empresa e reforça o papel da iniciativa privada no incentivo à produção cultural. “Patrocinar arte é também investir na cidade. Uma obra como ‘A Queda de Atlas’ transforma o espaço urbano, provoca reflexões e cria uma nova experiência para quem passa por ali. Para nós, é muito significativo participar desse movimento e contribuir para que Brasília continue sendo um espaço de encontro entre arquitetura, arte, inovação e história.”

A escolha do aço como um dos principais elementos da escultura reforça a versatilidade do material, que assume na obra não apenas uma função estrutural, mas também estética e simbólica. Com suas grandes dimensões, o monumento estabelece um diálogo direto com a arquitetura monumental de Brasília e com a identidade visual da capital.

A obra parte ainda da figura mitológica de Atlas, tradicionalmente associada ao peso e à responsabilidade de sustentar o mundo. Na interpretação contemporânea proposta por Anderson Schneider, a referência é utilizada para abordar questões relacionadas à sobrecarga e à pressão por desempenho presentes na sociedade atual.

Com a inauguração, “A Queda de Atlas” passa a fazer parte do cotidiano da cidade e do circuito cultural de Brasília. Para a Pinheiro Ferragens, a presença do monumento representa também uma continuidade simbólica de sua trajetória na capital: se antes a empresa esteve ligada ao fornecimento de materiais que ajudaram a erguer Brasília, agora contribui para que o aço também ajude a contar novas histórias sobre a cidade por meio da arte.

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