quinta-feira

Setor de Segurança Privada lança campanha de enfrentamento à violência contra a mulher



 Entidades representativas do setor de Segurança Privada lançaram na última quarta-feira, dia 5 de agosto, no auditório da CNC, em Brasília/DF, a campanha “Segurança Privada: Por Elas, Para Elas”, iniciativa voltada à conscientização e à capacitação de profissionais do setor para identificação de situações de violência contra a mulher, acolhimento inicial e encaminhamento aos canais competentes.

 

A campanha foi desenvolvida sob a coordenação da Polícia Federal, por meio da Coordenação-Geral de Controle de Serviços e Produtos (CGCSP), e de entidades representativas da Segurança Privada, que atuarão na divulgação de orientações e materiais informativos junto aos profissionais do segmento.

 

Na cerimônia de lançamento participaram da mesa de honra o superintendente da Diretoria de Polícia Administrativa, Fabrício Schommer Kerber; a diretora de Gestão de Pessoas da Polícia Federal, Helena de Rezende; a corregedora geral da Polícia Federal, Aletea Vega Marona Kunde; Christiane Correa Machado, Diretora de Ensino da Academia Nacional da Polícia Federal e a Coordenadora Geral de Controle de Serviços e Produtos da Polícia Federal, Denise Vargas Tenório.

Também esteve presente o superintendente regional da PF no Distrito Federal, Alfredo Junqueira, o presidente da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), Flávio Sandrini, e representantes de todas as entidades participantes. O evento contou ainda com a palestra do Capitão Marco Aurélio Teixeira Feitosa - Centro de Políticas de Segurança Pública (CPSP) da Polícia Militar do Distrito Federal, sobre como identificar sinais de violência.

 

No evento de lançamento foi assinado o “Pacto Setorial de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher”, onde todas as entidades presentes assinaram e firmaram o compromisso diário com o projeto.

 

Além da campanha de redes e mídias sociais, estão previstas ações preventivas com os profissionais da Segurança Privada, atividades de orientação, capacitação e distribuição de material informativo, com foco na prevenção da violência contra a mulher e na divulgação dos canais oficiais de atendimento e denúncia.

Imersão propõe mudança na relação com a raiva


 

A gente cresce ouvindo que a raiva é um sentimento ruim e que acessá-la nos aproxima de conceitos e valores negativos como violência, agressividade e loucura. E o pior: que devemos controlá-la. Mas será que é assim mesmo? Será que dentro desse lugar onde a raiva habita dentro de nós, e que a gente não quer olhar, ou que a névoa esconde, é justamente o espaço que guarda o nosso maior poder, a nossa autoridade, a nossa criação e a nossa voz autêntica? Pensando em desvendar este universo de possibilidades, Brasília recebe, pela primeira vez, a imersão “Dia da Raiva - Um espaço para transformar a energia e informação da raiva em direção e movimento”. O evento acontece no próximo dia 29 de agosto, sábado, das 9h às 17h.

À frente da iniciativa está Priscila Coser, que vem estudando a raiva há mais de cinco anos e que formatou esta imersão direcionada a mulheres que sentem a necessidade de compreender e usar, a seu favor, esta energia muitas vezes represada. 

“Como um feitiço, o patriarcado espalha constantemente essa névoa de confusão e autodúvida; e nós, mulheres, acreditamos e, inclusive, nos contaminamos e multiplicamos isso umas para as outras. A boa notícia é que sua raiva não é um erro de design. Ela é clareza, foco, direção, movimento, força, energia e informação”, explica Priscila.

Segundo ela, a raiva é a chave para a saída da prisão. “A prisão que você mesma construiu para se fazer de pequena, para não viver a vida que quer, para criar guerra, para se isolar, para continuar servindo ao patriarcado”, complementa.

“O Dia da Raiva é, portanto, um espaço seguro para juntas darmos passos firmes para fora da prisão. Para olhar para além da névoa. É o lugar para reivindicar sua voz, sua força, seu poder, seus projetos, seus impulsos, sua vida”, afirma.


SERVIÇO:

Dia da Raiva

DF Plaza Shopping amplia mix e anuncia novas operações para o segundo semestre



 O DF Plaza Shopping passa por uma fase de expansão e renovação, com a chegada de novas marcas, o reforço das opções de lazer e serviços e melhorias na infraestrutura. As novidades integram um movimento de renovação do empreendimento, que acompanha o crescimento do mercado de Águas Claras e amplia a oferta de experiências em compras, gastronomia, entretenimento e serviços para o público da cidade.

Entre os principais anúncios está a chegada da C&A e da Riachuelo, duas das maiores varejistas de moda do país. Com inaugurações previstas para o segundo semestre, as novas âncoras ocuparão mais de 3.400m² de Área Bruta Locável (ABL) do empreendimento. As operações se somam a um mix que já reúne marcas nacionais reconhecidas em diferentes segmentos.

O movimento de renovação também pode ser percebido nas novas operações que chegaram ao shopping ao longo do ano. Entre elas estão Ponto da Lingerie, Sonho Meu Pijamas, Wyndham Corumbá Lake Resort e Polo Collection, além das reinaugurações de Live!, Best Laser, Elvis Barbearia, Cia Toy, Lavô, Localiza, Bio Mundo, Face Doctor e Drogafuji. Para o segundo semestre, estão previstas ainda novidades e ampliação dos serviços com o salão de beleza The Beauty's Lounge.

A ampliação do lazer é outro eixo dessa transformação. Inaugurado recentemente, o parque infantil Plaza Kids conta com mais de 1.000m² dedicados ao público infantil e acesso gratuito durante todo o funcionamento do shopping. Localizado na Praça de Alimentação, o espaço amplia as opções de convivência para as famílias e se integra à programação permanente de teatrinhos, oficinas e atividades infantis promovidas pelo empreendimento.

Para André Bernardes, superintendente do DF Plaza Shopping, a diversidade de investimentos acompanha as mudanças no perfil dos consumidores e contribui para tornar o empreendimento mais atrativo para diferentes públicos.

“Estamos ampliando as possibilidades que o DF Plaza Shopping oferece aos visitantes, com novas marcas, espaços de lazer, gastronomia e melhorias na infraestrutura. A chegada de grandes operações como C&A e Riachuelo reforça esse movimento e mostra que estamos atentos às demandas de um público cada vez mais diverso”, destaca.

Além das novas operações, o shopping também vem investindo em infraestrutura e tecnologia para melhorar a experiência dos visitantes. O estacionamento passou por revitalização da pintura, reforço da iluminação, instalação de nova sinalização e readequações voltadas para mais conforto, organização e segurança. No ambiente digital, o aplicativo do DF Plaza reúne facilidades como acompanhamento de novidades e promoções, inscrição em eventos e participação em campanhas promocionais, tornando mais ágil a relação dos clientes com o empreendimento.

Sobre o DF Plaza Shopping – Prestes a completar 10 anos, o DF Plaza Shopping, localizado em Águas Claras, integra o complexo multiuso DF Century Plaza e reúne, em um só lugar, opções de compras, serviços, lazer e gastronomia. Inaugurado em setembro de 2017, o empreendimento conta com 133 lojas e 1.500 vagas de estacionamento, oferecendo praticidade e uma experiência completa aos visitantes. 

Com conceito de open mall, o shopping se destaca pelos ambientes integrados, áreas ao ar livre e espaços pensados para convivência, promovendo um ambiente acolhedor para encontros e momentos de lazer. A gastronomia é um dos seus principais atrativos, com opções como Buteco do Simprão, L’Entrecôte De Paris, Jerônimo, Madero, Pueblito e Taverna Viking, além de cafeterias e docerias como Kopenhagen, Havanna, Cacau Show, American Cookies e Bacio di Latte. Pioneiro em Brasília como shopping pet friendly, o DF Plaza valoriza a convivência familiar e promove programações para todas as idades, consolidando-se como um espaço de conveniência, lazer e experiência na cidade.


SERVIÇO:

DF Plaza Shopping

Índice do TCU coloca governança e sustentabilidade no centro da gestão municipal


 

Mesmo sem ser uma exigência legal para os municípios, o iESGo, índice desenvolvido pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para avaliar a maturidade da administração pública, vem ganhando espaço como referência para boas práticas de gestão. A ferramenta integra critérios de governança, sustentabilidade ambiental e social e amplia a pressão para que prefeituras profissionalizem processos, planejamento e controle.

Criado para substituir o antigo Índice de Governança e Gestão (iGG), o iESGo avalia nove temas, entre eles liderança, estratégia, controle, gestão de pessoas, tecnologia da informação, contratações, orçamento e sustentabilidade ambiental e social. Para Cícera Suzana, consultora da Supremo Negócios Públicos, a relevância do indicador está justamente na possibilidade de antecipar problemas e elevar o nível de maturidade administrativa.

“O iESGo consolidou-se como o ‘padrão-ouro’ de boas práticas para a gestão pública brasileira. Prefeituras que utilizam seus parâmetros como bússola demonstram maturidade preventiva, reduzem riscos em auditorias e ganham credibilidade diante do ecossistema de controle”, afirma.

Embora o índice seja voltado principalmente à esfera federal e tenha caráter de autoavaliação, sua metodologia também começa a influenciar outras estruturas de controle. Segundo a especialista, tribunais de contas estaduais já utilizam o modelo como referência, ampliando a importância de as administrações municipais conhecerem e incorporarem esses parâmetros.

Planejamento no centro

Na prática, a adequação passa por mudanças que começam no planejamento orçamentário. De acordo com Cícera, é necessário aproximar o que está previsto no Plano Plurianual (PPA) da execução da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA), além de integrar metas de sustentabilidade aos instrumentos de planejamento.

A mudança também alcança as contratações públicas. A Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021) já estabelece o desenvolvimento nacional sustentável como princípio das licitações, o que exige que critérios ambientais e sociais sejam considerados desde o planejamento das contratações. Entre os pontos destacados pela especialista estão a análise do ciclo de vida dos produtos, eficiência energética, logística reversa e redução de impactos ambientais.

“O caminho não é apenas alterar editais. A prefeitura precisa profissionalizar o planejamento orçamentário e logístico, estruturar a gestão de riscos e capacitar suas equipes”, completa Cícera.

Reflexo na captação de recursos

A adoção dessas práticas também ganha importância diante das exigências crescentes de instituições financeiras e programas de financiamento. Para a consultora da Supremo Negócios Públicos, bancos de fomento e organismos internacionais utilizam critérios de governança e sustentabilidade na avaliação de projetos, enquanto as regras para transferências voluntárias de recursos federais também demandam maior capacidade técnica das administrações.

“Não há uma exclusão punitiva direta pelo TCU, mas as barreiras financeiras de mercado e de governança são reais. O município que não tiver capacidade técnica para planejar e documentar seus processos simplesmente não conseguirá conveniar recursos federais”, alerta.

Para começar a mudança, a consultora recomenda que as prefeituras utilizem os próprios parâmetros do iESGo para realizar um diagnóstico preventivo, identificar os principais gargalos e estabelecer um plano de ação. A partir daí, a administração pode priorizar áreas críticas, capacitar equipes e criar mecanismos para comprovar documentalmente as práticas adotadas.

Sobre a Supremo Negócios Públicos – A Supremo Negócios Públicos atua desde 2019 com consultoria estratégica para empresas, instituições e municípios que desejam ampliar sua atuação no setor público com segurança técnica e visão de resultado. Liderada por Cícera Suzana, profissional com mais de 15 anos de experiência em licitações e contratos públicos, a empresa também atua com ESG para municípios e elaboração de projetos para captação de recursos, apoiando gestores na transformação de oportunidades em projetos viáveis e financiáveis.

Ao longo de sua trajetória, já contribuiu para a geração de mais de R$750 milhões em resultados. Atualmente, apoia a estruturação de projetos sustentáveis e o acesso a financiamentos, sempre com foco em eficiência, conformidade e impacto real.

SERVIÇO:

Supremo Negócios Públicos

Fenavist realiza primeira reunião de sua Diretoria Executiva na Gestão 2026-2030



 Cerca de 60 diretores participaram da primeira reunião da Diretoria Executiva da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), realizada hoje, dia 13, no Hotel Vista Azul, em Pedra Azul (ES).

É a primeira reunião sob o comando do presidente recém-empossado da Fenavist, Flávio Sandrini.

Na oportunidade, foram trazidas informações sobre a Lei nº 14.967/2024, que institui o Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras no Brasil; e o Decreto Regulamentador 13.012/2026, publicado no dia 9 de junho de 2026. Entre os pontos de atenção estão o papel do vigia; e a falta de tolerância para as atividades clandestinas.

Inasep

No mesmo dia, ocorreu também a 1ª Assembleia Geral Extraordinária do Conselho de Representantes da Fenavist, quando o presidente Flávio Sandrini nomeou o empresário Urubatan Romero para presidir o Instituto Nacional da Segurança Privada (Inasep), no período de 2026 a 2030.

Sobre a Fenavist – Com 28 sindicatos filiados em todo o Brasil, a Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) é a entidade que representa, em âmbito nacional, os interesses das empresas de segurança privada e transporte de valores.  Atua junto às autoridades competentes na defesa dos direitos da categoria, promovendo o diálogo institucional e a construção de soluções para o setor.

A Federação também apoia a celebração de Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho. Desenvolve parcerias com entidades públicas e privadas, fortalecendo a integração e o avanço de pautas estratégicas. Participa ainda de instâncias relevantes como a CNC, o SESC, o SENAC e a Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP). Sua missão é assegurar melhores condições para o desenvolvimento do setor, com respeito à diversidade e promoção dos direitos humanos.
Saiba mais em:
https://fenavist.org.br/

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – FENAVIST

“Caminho Sagrado Peru” propõe nova forma de vivenciar o país andino a partir da espiritualidade e do autoconhecimento


 

Uma viagem ao Peru que combina turismo, imersão cultural e experiências de espiritualidade e autoconhecimento é a proposta do Caminho Sagrado Peru, jornada organizada pelo Viva Instituto desde 2020. Conduzida pela terapeuta Cris Garcia, a experiência se propõe a levar um grupo de até 15 pessoas, de diferentes locais do país, para uma programação que inclui meditação, rituais, cerimônias ancestrais e contato com tradições e saberes locais. 

Durante a viagem, Cris acompanha o grupo em diferentes processos, apresentando experiências relacionadas aos saberes tradicionais do Peru. A iniciativa busca oferecer uma alternativa aos roteiros turísticos convencionais, com maior contato com práticas culturais e espirituais do país e momentos destinados à reflexão e ao desenvolvimento pessoal.

A experiência é resultado da trajetória de Cris Garcia com processos de autoconhecimento e práticas integrativas. Terapeuta Transpessoal e Centrada no Ser, formada pela DEP (Dinâmica Energética do Psiquismo), Deekshagiver e reikiana, ela iniciou seus estudos de autotransformação por meio do Pathwork, de Eva Pierrakos. Ao longo da carreira, aprofundou conhecimentos em desenvolvimento humano, espiritualidade do conhecimento, filosofia e bioenergética. Também estuda e facilita Constelações Sistêmicas Familiares há mais de 18 anos.

Em 2015, uma experiência pessoal levou Cris a rever a maneira como conduzia sua relação consigo mesma e com outras pessoas. A partir desse processo, passou a ampliar sua atuação na criação de espaços voltados ao acolhimento e a processos de autoconhecimento, além de conduzir grupos em experiências de imersão.

A relação com o Peru começou a ganhar espaço nesse trabalho há cerca de seis anos, quando Cris viajou ao país e participou de experiências junto a xamãs. Na ocasião, conheceu diferentes locais associados às tradições espirituais peruanas e teve contato com práticas como o Munay Ki e a Medicina do Cacau. A vivência contribuiu para que ela estruturasse uma proposta de viagem voltada também à aproximação dos participantes com esses conhecimentos.

Desde então, Cris passou a conduzir grupos anualmente ao país andino. Os roteiros combinam visitas e experiências culturais com atividades relacionadas à meditação, espiritualidade e autoconhecimento. A ideia é que os participantes tenham contato não apenas com os espaços visitados, mas também com elementos das tradições que fazem parte da cultura local.

O jornalista Flávio Resende, de Brasília, esteve na imersão deste ano e voltou encantado. “O grupo com o qual viajei foi de um nível altíssimo, pessoas muito espiritualizadas e especiais. Achei que foi um mergulho dentro de mim mesmo”, afirma.

Por que o Peru?

  

“Há lugares que escolhemos conhecer. Outros parecem nos escolher antes mesmo de sabermos que precisamos ir. Para mim, o Peru foi assim. Em 2020, recebi esse chamado através de um amigo. Naquele momento, foi uma grande surpresa. Não era simplesmente uma viagem que estava nos meus planos. Havia algo diferente naquela aproximação, uma sensação de que aquele país guardava uma conexão que eu ainda não compreendia”, conta Cris.

 

E ela complementa: “Talvez seja justamente isso que aconteça com tantas pessoas. Passamos anos, às vezes uma vida inteira, sem estabelecer determinadas conexões e, de repente, algo nos conduz ao Peru. Pessoas que jamais imaginaram estar ali se veem diante de suas montanhas, de seus templos, de seus caminhos ancestrais e sentem que existe algo familiar naquele encontro. Tenho a sensação de que o Peru não é apenas um lugar para onde se vai. É um lugar que chama”, afirma.

 

E esse chamado ganhou ainda mais força quando Cris percebeu possíveis conexões entre os povos andinos e os povos nativos brasileiros. “São culturas separadas por fronteiras que não existiam para seus ancestrais, unidas por uma relação profunda com a terra, com as montanhas, com os ciclos da natureza e com conhecimentos transmitidos através das gerações”, pontua.

 

“Também me despertou a atenção a presença, em diferentes tradições e relatos, da ideia de que existem determinados pontos no planeta considerados centros energéticos, lugares de passagem ou portais de conexão com dimensões mais sutis da consciência”, afirma. O Peru reúne alguns desses lugares que, há séculos, despertam reverência e fascínio.

 

No Brasil, existe ainda a referência ao Paralelo 14, uma linha imaginária de latitude que passa 14 graus abaixo da linha do equador. No Brasil, ele é muito famoso por cortar a na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, dividindo fama mística por cruzar na mesma faixa o santuário de Machu Picchu, no Peru. “Para mim, mais do que uma coincidência geográfica, essa ideia passou a representar simbolicamente uma ponte entre territórios, culturas e conhecimentos ancestrais”, analisa.

 

Há também uma antiga narrativa sobre a existência de um caminho subterrâneo ligando a região central do Brasil a Machu Picchu. Alguns relatos associam essa tradição aos povos Xavante e à existência de conhecimentos ancestrais sobre esses caminhos. “Não sei onde termina a história e começa o mistério — e talvez seja justamente essa fronteira que torne tudo tão fascinante”, diz.

A edição de 2027 já tem data marcada: de 21 a 30 de abril. Mais informações pelo Instagram @vivaInstitut8 ou pelo Whatsapp: 11 98358-6666.


ASSESSORIA DE IMPRENSA - VIVA INSTITUTO

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