segunda-feira

Janine Brito é empossada presidente de honra do Conselho de Mulheres Empreendedoras e da Cultura do SIA


 

A empresária Janine Brito, presidente do LIDE Mulher Brasília e CEO da Pinheiro Ferragens e do Grupo Pinheiro de Brito, foi empossada como presidente de honra do Conselho de Mulheres Empreendedoras e da Cultura (CMEC) do SIA, em cerimônia realizada em Brasília. A homenagem reconhece sua contribuição para o fortalecimento do empreendedorismo feminino e sua atuação em prol da liderança das mulheres no ambiente empresarial.

A posse foi conduzida pela vice-presidente do Conselho, Raquel Carvalho, e pelas presidentes Elma Souza e Beatriz Guimarães, que destacaram a trajetória de Janine como referência no setor produtivo e seu compromisso com o desenvolvimento de iniciativas voltadas à valorização da mulher empreendedora.

Emocionada com a homenagem, Janine Brito destacou que o reconhecimento representa uma responsabilidade ainda maior de continuar incentivando o protagonismo feminino. "Receber o título de presidente de honra do CMEC do SIA é motivo de muita gratidão e, acima de tudo, um compromisso renovado com o fortalecimento das mulheres empreendedoras,” afirma Janine. 

Segundo a empresária, iniciativas como o Conselho fortalecem o diálogo entre lideranças e ampliam as oportunidades para o desenvolvimento dos negócios liderados por mulheres. "Quando mulheres se conectam, compartilham conhecimento e trabalham de forma colaborativa, criamos um ambiente mais inovador, inclusivo e preparado para enfrentar os desafios do mercado. Essa homenagem pertence também a todas as mulheres que acreditam na força do trabalho, da coragem e da liderança feminina,” conclui. 

Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados. 


Assista os vídeos institucionais da Pinheiro Ferragens: 

https://www.youtube.com/watch?v=Fj3vzzAvijk&list=WL&index=4 

https://www.youtube.com/watch?v=tbAINAexhSI&list=WL&index=2 


SERVIÇO:

Pinheiro SIA

Com avanço da PEC da jornada de trabalho no Senado, Febrac reforça alerta sobre impactos no setor de serviços


 

A aprovação, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221/2019 reforça uma preocupação que já vem sendo manifestada pela Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac): mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam considerar os impactos sobre setores intensivos em mão de obra e ser construídas com diálogo, análise técnica e segurança jurídica.

O parecer do senador Omar Aziz (PSD-AM) foi aprovado pela Comissão, e a proposta segue agora para análise do Plenário do Senado. O texto reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas e estabelece dois dias de repouso semanal remunerado, alterando, na prática, a atual configuração da escala 6×1.

Para a Federação, o debate sobre qualidade de vida e melhores condições de trabalho é legítimo. A preocupação está na adoção de uma regra uniforme para setores com realidades muito diferentes, especialmente aqueles que dependem da organização de jornadas e escalas para assegurar a continuidade dos serviços.

No segmento representado pela Febrac, uma redução compulsória da jornada, sem redução salarial, pode exigir novas contratações e a reorganização de turnos para manter o mesmo nível de atendimento previsto em contrato. O efeito pode ser uma elevação significativa dos custos com mão de obra, encargos, benefícios e gestão de pessoal.

A Federação alerta ainda que muitas empresas prestadoras de serviços operam com contratos de valores previamente definidos e margens reduzidas. Uma alteração expressiva no custo da mão de obra durante a execução contratual pode gerar necessidade de repactuação, pressionar preços e comprometer a sustentabilidade de determinadas operações.

Segundo o presidente da Febrac, Avelino Lombardi, o setor não é contrário ao debate sobre o futuro do trabalho, mas defende que qualquer mudança seja construída com responsabilidade.

“Não somos contra o trabalhador, nem contra a discussão sobre melhores condições de trabalho. O que defendemos é que uma mudança dessa magnitude seja feita com análise técnica, diálogo e responsabilidade. O setor de serviços é intensivo em mão de obra e qualquer alteração na jornada produz efeitos diretos sobre custos, contratos e empregos. Uma regra única e rígida não consegue refletir a realidade de todos os setores da economia”, afirma Lombardi.

Para a Febrac, a negociação coletiva continua sendo o instrumento mais adequado para tratar de jornadas e escalas, permitindo a construção de soluções compatíveis com as particularidades de cada atividade, região e modelo de operação.

“A negociação coletiva permite encontrar soluções equilibradas, levando em consideração a realidade concreta de trabalhadores e empregadores. O Brasil precisa discutir o futuro do trabalho, mas esse debate exige serenidade, previsibilidade e segurança jurídica. Às vésperas das eleições, uma mudança estrutural dessa dimensão precisa de mais diálogo. Agora não”, conclui o presidente da Febrac.

Com a aprovação na CCJ, a PEC segue para o Plenário do Senado. A Febrac continuará acompanhando a tramitação e defendendo que eventuais mudanças preservem o emprego formal, a sustentabilidade das empresas e a segurança jurídica.

Sobre a Febrac – A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac) foi criada para representar os interesses dos setores de serviços de Asseio e Conservação. Hoje, representa 12 setores ligados à terceirização de mão de obra especializada.

Com sede em Brasília, a federação agrega sindicatos nas 27 unidades federativas do país e ocupa cargos na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), nos Conselhos Nacionais do SESC e do SENAC, na Central Brasileira de Apoio ao Setor de Serviços (CEBRASSE) e na Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis e na World Federation of Building Service Contractors (WFBSC). A Febrac tem como objetivo cuidar, organizar, defender e zelar pela organização das atividades por ela representadas.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA – FEBRAC

O fim da captação por articulação política: rigor técnico e novas regras passam a decidir verbas federais para municípios


 
A indicação política de recursos federais continua tendo espaço na relação entre municípios e União, mas deixou de ser suficiente para garantir que o dinheiro chegue efetivamente aos cofres das prefeituras e seja transformado em obras e serviços. Com o avanço das exigências de controle, rastreabilidade e execução, os municípios precisam cada vez mais demonstrar capacidade técnica, regularidade fiscal e maturidade dos projetos para acessar e manter os recursos.

O cenário deve ganhar destaque nas discussões do XI Fórum Nacional da Rede de Parcerias, Transferências e Compras Públicas (PARCOM 2026), especialmente diante das mudanças estabelecidas pela Portaria Conjunta nº 28/2024, que institui o Regime Simplificado de Convênios, e pela Portaria SEGES/MGI nº 892/2025, relacionada aos Termos de Execução Descentralizada. Resumidamente, as novas regras reforçam uma tendência de profissionalização da gestão dos recursos públicos, na qual planejamento, conformidade e monitoramento passam a ter peso decisivo.

Para a consultora da Supremo Negócios Públicos, Cícera Suzana, o município que ainda depende exclusivamente da articulação política para viabilizar recursos corre o risco de receber a indicação, mas não conseguir concluir as etapas necessárias para transformar a promessa em investimento.

“A articulação política ainda desempenha um papel na indicação inicial de recursos, mas ela não garante a liberação, a aprovação dos projetos nem a execução das obras. Sem projetos maduros, regularidade fiscal e capacidade de monitoramento, o recurso indicado pode não se concretizar”, explica.

Entre os principais filtros enfrentados pelas prefeituras está o Cadastro Único de Exigências para Transferências Voluntárias (CAUC). Segundo Cícera, a atualização das regras ampliou o conjunto de informações monitoradas e passou a exigir atenção permanente das administrações municipais. Regularidade fiscal, transparência da execução orçamentária, envio de informações aos sistemas oficiais e cumprimento de obrigações relacionadas à educação e à saúde estão entre os pontos que podem comprometer a habilitação dos municípios.

Além da situação fiscal, a capacidade de operar corretamente o Transferegov.br tornou-se um elemento estratégico. A plataforma concentra etapas fundamentais da relação entre União e municípios, exigindo cadastros atualizados, operadores habilitados, planos de trabalho e, no caso de obras, projetos de engenharia suficientemente estruturados para análise técnica.

“O município precisa deixar de trabalhar de forma reativa, esperando a publicação de um edital ou a indicação de uma emenda para começar a organizar a documentação. A lógica agora é de prontidão institucional permanente”, afirma Cícera.

Pequenos municípios enfrentam maior dificuldade

A profissionalização da captação tende a ser um desafio ainda maior para municípios de pequeno porte, que frequentemente contam com equipes reduzidas e pouca disponibilidade de profissionais especializados em engenharia, planejamento, prestação de contas e gestão de convênios.

Nesse cenário, a especialista aponta os consórcios intermunicipais e os escritórios de projetos compartilhados como alternativas para ampliar a capacidade técnica das prefeituras sem exigir que cada município mantenha, individualmente, uma estrutura robusta.

“A falta de equipe especializada não pode significar a perda de recursos. O compartilhamento de capacidade técnica é uma das estratégias que podem ajudar os pequenos municípios a estruturar projetos, acompanhar oportunidades e cumprir as exigências necessárias”, destaca.

Outro problema recorrente está na perda de recursos que já foram indicados. Pendências no CAUC, atrasos no envio de informações, dificuldades para cumprir prazos, ausência de projetos maduros e falhas na prestação de contas podem impedir a continuidade de transferências ou levar ao cancelamento de recursos.

Para Cícera, a mudança mais importante é cultural: a prefeitura precisa substituir a lógica de “correr atrás do recurso” pela construção de uma estrutura permanente de captação e execução.

Na prática, isso significa manter a regularidade fiscal em dia, acompanhar continuamente o Transferegov.br e os editais federais, atualizar planos setoriais, construir uma carteira de projetos de engenharia e estabelecer uma equipe responsável pelo acompanhamento dos convênios e contratos. “A partir daí, o município passa a estar preparado para aproveitar as oportunidades quando elas surgirem”, orienta.

terça-feira

Fenavist celebra posse da nova diretoria em jantar que reuniu lideranças de todo o Brasil


 

Brasília foi palco, na última quarta-feira (5/8), do jantar de posse da nova diretoria da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), reunindo presidentes dos sindicatos filiados de todo o país, lideranças empresariais, parlamentares, parceiros e representantes do setor. Realizado na Casa Cavo, o encontro marcou oficialmente o início da gestão 2026–2030 e celebrou um novo ciclo de atuação da entidade em defesa da Segurança Privada e do Transporte de Valores.

À frente da Federação, o empresário paulista Flávio Sandrini assume a Presidência com o compromisso de ampliar a integração entre os sindicatos, fortalecer o diálogo institucional e consolidar a representatividade nacional do setor. Durante seu discurso, Sandrini destacou o significado da nova missão e agradeceu a confiança depositada em sua gestão. “Recebo essa missão com humildade e com a convicção de que ela representa, acima de tudo, a força da união entre os estados brasileiros”, afirmou o presidente da Fenavist.

Mais do que marcar o início de uma nova gestão, o jantar de posse reforçou a importância da união entre as entidades que representam a Segurança Privada em todo o país. Para Sandrini, o próximo ciclo será pautado pelo diálogo, pela integração entre os sindicatos e pela construção conjunta de caminhos para o fortalecimento do setor. “Assumo essa responsabilidade com o compromisso de estar próximo das entidades, ouvir as diferentes realidades e trabalhar para que a Fenavist siga avançando na defesa dos interesses da Segurança Privada brasileira”, destacou.


Do aço que ajudou a construir Brasília à arte: Pinheiro Ferragens agora faz parte de monumento no coração da capital



  Brasília ganhou um novo elemento em sua paisagem cultural com a inauguração de “A Queda de Atlas”, monumento do artista Anderson Schneider, instalado em frente ao SESI Lab, no coração da capital. A obra foi apresentada ao público durante a Noite do SESI Lab, evento que reuniu programação cultural e de entretenimento, com DJs, food trucks, projeções e outras atrações, transformando o espaço em um ponto de encontro entre arte, tecnologia e cultura.

Com quase sete toneladas, o monumento é produzido em aço corten, concreto e cabos de aço galvanizado. Após a inauguração, a obra já está disponível para visitação e passa a integrar a paisagem urbana de Brasília, aproximando o público de uma criação que reúne elementos de arte, arquitetura e engenharia.

A Pinheiro Ferragens é patrocinadora do projeto e esteve presente na inauguração, prestigiando o artista. O aço, material tradicionalmente associado à construção civil e à indústria, esteve presente na formação da capital e agora ganha uma nova dimensão ao ocupar um espaço de destaque na produção artística da cidade.

Para Janine Brito, presidente do LIDE Mulher Brasília e CEO da Pinheiro Ferragens e do Grupo Pinheiro de Brito, o patrocínio representa uma continuidade da relação da empresa com Brasília e uma oportunidade de contribuir para a cena cultural da capital. “A Pinheiro tem uma relação muito especial com Brasília. O aço fez parte da construção dessa cidade e da história da nossa empresa. Hoje, poder contribuir para que esse mesmo material esteja presente em uma obra de arte, no coração da capital, mostra como o aço pode continuar ajudando a construir Brasília, agora também por meio da cultura e da criatividade.”

A empresária ressalta ainda que o apoio à obra amplia a atuação da empresa e reforça o papel da iniciativa privada no incentivo à produção cultural. “Patrocinar arte é também investir na cidade. Uma obra como ‘A Queda de Atlas’ transforma o espaço urbano, provoca reflexões e cria uma nova experiência para quem passa por ali. Para nós, é muito significativo participar desse movimento e contribuir para que Brasília continue sendo um espaço de encontro entre arquitetura, arte, inovação e história.”

A escolha do aço como um dos principais elementos da escultura reforça a versatilidade do material, que assume na obra não apenas uma função estrutural, mas também estética e simbólica. Com suas grandes dimensões, o monumento estabelece um diálogo direto com a arquitetura monumental de Brasília e com a identidade visual da capital.

A obra parte ainda da figura mitológica de Atlas, tradicionalmente associada ao peso e à responsabilidade de sustentar o mundo. Na interpretação contemporânea proposta por Anderson Schneider, a referência é utilizada para abordar questões relacionadas à sobrecarga e à pressão por desempenho presentes na sociedade atual.

Com a inauguração, “A Queda de Atlas” passa a fazer parte do cotidiano da cidade e do circuito cultural de Brasília. Para a Pinheiro Ferragens, a presença do monumento representa também uma continuidade simbólica de sua trajetória na capital: se antes a empresa esteve ligada ao fornecimento de materiais que ajudaram a erguer Brasília, agora contribui para que o aço também ajude a contar novas histórias sobre a cidade por meio da arte.

F Plaza Shopping promove programação infantil aos domingos e evento de adoção de animais em setembro

 


O mês de setembro chega ao DF Plaza Shopping com uma agenda pensada para reunir diversão, cultura e boas experiências para toda a família. Ao longo do mês, o centro de compras promove uma programação especial de teatrinhos infantis aos domingos, com atrações inspiradas em personagens do universo infantil. A agenda também inclui, no sábado, dia 12 de setembro, mais uma edição do evento de adoção de cães e gatos resgatados, realizado em parceria com o Projeto Acalanto.

As apresentações são gratuitas e acontecem sempre aos domingos, às 14h, na Praça de Alimentação, com atrações que levam o público para diferentes mundos. No dia 6 de setembro, a Turma do Mistério S.A. embarca em uma aventura no Egito com “Scooby-Doo e o Caso da Múmia”. No dia 13 de setembro, é a vez de “Frozen: Uma Aventura Congelante”. 

Já no dia 20 de setembro, os pequenos poderão acompanhar “Os Super Encanadores”, aventura protagonizada pelos irmãos Mario e Luigi. E encerrando a programação do mês, no dia 27 de setembro, “A Casa Mágica” apresenta as aventuras de uma criança e seu gatinho de estimação. 

Realizados na Praça de Alimentação, os espetáculos também são uma opção para as famílias aproveitarem o fim de semana com mais comodidade, unindo entretenimento infantil à variedade gastronômica do shopping. O espaço permite que os visitantes acompanhem as apresentações enquanto podem desfrutar de um almoço especial em família. 

Outra opção de lazer para os pequenos é o Plaza Kids, espaço permanente com mais de 1.000 m², localizado também na Praça de Alimentação. Com acesso gratuito durante o funcionamento do shopping, o ambiente foi pensado para estimular o brincar, a criatividade e a convivência, complementando a programação infantil oferecida pelo DF Plaza ao longo do ano. 

“Adote um Aumigo” em parceria com o Projeto Acalanto

Além da programação infantil, o DF Plaza Shopping realiza no dia 12 de setembro mais uma edição do evento de adoção de animais “Adote um Aumigo”. A ação acontece das 11h às 17h, na loja Cobasi do centro de compras, em parceria com o Projeto Acalanto, organização não governamental que atua no resgate, acolhimento e encaminhamento de cães e gatos em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal.

Realizado há sete anos na Cobasi do DF Plaza Shopping, o evento integra a programação recorrente do empreendimento e reforça a proposta do centro de compras como um espaço pet friendly, além de incentivar a guarda responsável e a conscientização sobre os cuidados necessários ao longo da vida dos animais. 

Somente neste ano, 59 pets já foram adotados por meio das ações realizadas no shopping, ampliando o número de animais que encontraram novos lares por meio da parceria.

Segundo Lucimar Aparecida Pereira, representante do Projeto Acalanto, a continuidade da parceria tem sido importante para ampliar o alcance da iniciativa. “A divulgação, a visibilidade e um local adequado para receber o público fazem toda a diferença para mostrarmos o nosso trabalho e encontrarmos novas famílias para os animais resgatados”, comenta.

Para participar da adoção, é necessário ser maior de idade, apresentar documento oficial com foto e passar por uma breve entrevista realizada pela equipe do Projeto Acalanto. O processo busca garantir que os cães e gatos sejam encaminhados para famílias preparadas para assumir o compromisso de forma consciente e permanente.

“Adotar é um ato de amor e compaixão. Cada bichinho do Acalanto tem uma história de superação e um passado de abandono. Nosso trabalho é justamente ser esse elo entre o animal resgatado e uma família que possa transformar essa história em um novo recomeço, com respeito, cuidado e zelo”, finaliza Lucimar.

“Caminho Sagrado Peru” propõe nova forma de vivenciar o país andino a partir da espiritualidade e do autoconhecimento


 

Uma viagem ao Peru que combina turismo, imersão cultural e experiências de espiritualidade e autoconhecimento é a proposta do Caminho Sagrado Peru, jornada organizada pelo Viva Instituto desde 2020. Conduzida pela terapeuta Cris Garcia, a experiência se propõe a levar um grupo de até 15 pessoas, de diferentes locais do país, para uma programação que inclui meditação, rituais, cerimônias ancestrais e contato com tradições e saberes locais. 

Durante a viagem, Cris acompanha o grupo em diferentes processos, apresentando experiências relacionadas aos saberes tradicionais do Peru. A iniciativa busca oferecer uma alternativa aos roteiros turísticos convencionais, com maior contato com práticas culturais e espirituais do país e momentos destinados à reflexão e ao desenvolvimento pessoal.

A experiência é resultado da trajetória de Cris Garcia com processos de autoconhecimento e práticas integrativas. Terapeuta Transpessoal e Centrada no Ser, formada pela DEP (Dinâmica Energética do Psiquismo), Deekshagiver e reikiana, ela iniciou seus estudos de autotransformação por meio do Pathwork, de Eva Pierrakos. Ao longo da carreira, aprofundou conhecimentos em desenvolvimento humano, espiritualidade do conhecimento, filosofia e bioenergética. Também estuda e facilita Constelações Sistêmicas Familiares há mais de 18 anos.

Em 2015, uma experiência pessoal levou Cris a rever a maneira como conduzia sua relação consigo mesma e com outras pessoas. A partir desse processo, passou a ampliar sua atuação na criação de espaços voltados ao acolhimento e a processos de autoconhecimento, além de conduzir grupos em experiências de imersão.

A relação com o Peru começou a ganhar espaço nesse trabalho há cerca de seis anos, quando Cris viajou ao país e participou de experiências junto a xamãs. Na ocasião, conheceu diferentes locais associados às tradições espirituais peruanas e teve contato com práticas como o Munay Ki e a Medicina do Cacau. A vivência contribuiu para que ela estruturasse uma proposta de viagem voltada também à aproximação dos participantes com esses conhecimentos.

Desde então, Cris passou a conduzir grupos anualmente ao país andino. Os roteiros combinam visitas e experiências culturais com atividades relacionadas à meditação, espiritualidade e autoconhecimento. A ideia é que os participantes tenham contato não apenas com os espaços visitados, mas também com elementos das tradições que fazem parte da cultura local.

O jornalista Flávio Resende, de Brasília, esteve na imersão deste ano e voltou encantado. “O grupo com o qual viajei foi de um nível altíssimo, pessoas muito espiritualizadas e especiais. Achei que foi um mergulho dentro de mim mesmo”, afirma.

Por que o Peru?

  

“Há lugares que escolhemos conhecer. Outros parecem nos escolher antes mesmo de sabermos que precisamos ir. Para mim, o Peru foi assim. Em 2020, recebi esse chamado através de um amigo. Naquele momento, foi uma grande surpresa. Não era simplesmente uma viagem que estava nos meus planos. Havia algo diferente naquela aproximação, uma sensação de que aquele país guardava uma conexão que eu ainda não compreendia”, conta Cris.

 

E ela complementa: “Talvez seja justamente isso que aconteça com tantas pessoas. Passamos anos, às vezes uma vida inteira, sem estabelecer determinadas conexões e, de repente, algo nos conduz ao Peru. Pessoas que jamais imaginaram estar ali se veem diante de suas montanhas, de seus templos, de seus caminhos ancestrais e sentem que existe algo familiar naquele encontro. Tenho a sensação de que o Peru não é apenas um lugar para onde se vai. É um lugar que chama”, afirma.

 

E esse chamado ganhou ainda mais força quando Cris percebeu possíveis conexões entre os povos andinos e os povos nativos brasileiros. “São culturas separadas por fronteiras que não existiam para seus ancestrais, unidas por uma relação profunda com a terra, com as montanhas, com os ciclos da natureza e com conhecimentos transmitidos através das gerações”, pontua.

 

“Também me despertou a atenção a presença, em diferentes tradições e relatos, da ideia de que existem determinados pontos no planeta considerados centros energéticos, lugares de passagem ou portais de conexão com dimensões mais sutis da consciência”, afirma. O Peru reúne alguns desses lugares que, há séculos, despertam reverência e fascínio.

 

No Brasil, existe ainda a referência ao Paralelo 14, uma linha imaginária de latitude que passa 14 graus abaixo da linha do equador. No Brasil, ele é muito famoso por cortar a na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, dividindo fama mística por cruzar na mesma faixa o santuário de Machu Picchu, no Peru. “Para mim, mais do que uma coincidência geográfica, essa ideia passou a representar simbolicamente uma ponte entre territórios, culturas e conhecimentos ancestrais”, analisa.

 

Há também uma antiga narrativa sobre a existência de um caminho subterrâneo ligando a região central do Brasil a Machu Picchu. Alguns relatos associam essa tradição aos povos Xavante e à existência de conhecimentos ancestrais sobre esses caminhos. “Não sei onde termina a história e começa o mistério — e talvez seja justamente essa fronteira que torne tudo tão fascinante”, diz.

A edição de 2027 já tem data marcada: de 21 a 30 de abril.

Mais informações pelo Instagram @vivaInstitut8 ou pelo Whatsapp: 11 98358-6666.


ASSESSORIA DE IMPRENSA - VIVA INSTITUTO

Última semana para aproveitar a Restaurant Week no DF Plaza Shopping



 Quem ainda não aproveitou a 34ª edição da Brasília Restaurant Week tem até o próximo domingo (30) para experimentar os menus especiais preparados pelos restaurantes participantes do DF Plaza Shopping. Com opções para almoço e jantar, o festival reúne entrada, prato principal e sobremesa a preços especiais.

Com o tema “Brasil de Norte a Sul: Uma celebração dos sabores que nascem da nossa terra”, essa edição do festival reúne restaurantes de diferentes estilos em uma edição dedicada à diversidade da gastronomia brasileira.

Entre os destaques está o Pueblito, que participa da edição com menus de almoço (R$ 73,90) e (R$ 94,90). Entre as opções estão o Baby Beef dos Pampas, servido com risoto de queijo e demi-glace de vinho tinto; o Salmão da Serra, acompanhado de risoto de alho-poró; e o Vazio dos Pampas, com risoto de pinhão, cebolas caramelizadas e polenta frita. Para a sobremesa, o restaurante oferece Sagu de Vinho com Creme de Baunilha ou Cuca Alemã com Doce de Leite Uruguaio.

Enquanto o L’Entrecôte de Paris oferece menus de R$ 95 no almoço e R$ 115 no jantar, com destaque para o tradicional entrecôte acompanhado do molho secreto da casa e fritas à vontade. As sobremesas incluem Cheesecake com calda de frutas vermelhas no almoço e Éclair de chocolate com ganache de pistache no jantar.

O Coco Bambu também integra a programação, com menus de R$ 73,90 no almoço e R$ 94,90 no jantar. Entre as alternativas estão pratos como Carne de Sol do Sertão, Camarão Internacional e Camarão Jurerê, além de opções veganas como o Espaguete com Vegetais, preparado sem ingredientes de origem animal e sem lactose.

Sobre o DF Plaza Shopping – Prestes a completar 10 anos, o DF Plaza Shopping, localizado em Águas Claras, integra o complexo multiuso DF Century Plaza e reúne, em um só lugar, opções de compras, serviços, lazer e gastronomia. Inaugurado em setembro de 2017, o empreendimento conta com 133 lojas e 1.500 vagas de estacionamento, oferecendo praticidade e uma experiência completa aos visitantes. 

Com conceito de open mall, o shopping se destaca pelos ambientes integrados, áreas ao ar livre e espaços pensados para convivência, promovendo um ambiente acolhedor para encontros e momentos de lazer. A gastronomia é um dos seus principais atrativos, com opções como Buteco do Simprão, L’Entrecôte De Paris, Jerônimo, Madero, Pueblito e Taverna Viking, além de cafeterias e docerias como Kopenhagen, Havanna, Cacau Show, American Cookies e Bacio di Latte. Pioneiro em Brasília como shopping pet friendly, o DF Plaza valoriza a convivência familiar e promove programações para todas as idades, consolidando-se como um espaço de conveniência, lazer e experiência na cidade.


SERVIÇO:

DF Plaza Shopping

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