terça-feira

10ª Morar Mais Goiânia antecipa tendências em um casarão histórico



 Evento de decoração, arquitetura, design e paisagismo será realizado de 26 de abril a 8 de junho. Serão 40 ambientes preparados em uma residência em estilo modernista construída nos anos 1980 pelo renomado arquiteto Paulo Mendes

Enquanto, no passado, um projeto de paisagismo tinha como principal função embelezar e valorizar as entradas e quintais de uma casa, hoje, seu papel se tornou muito mais relevante. As plantas são responsáveis por trazer maior frescor aos ambientes e há estudos que apontam a queda de até 4ºC na temperatura onde há presença de verde. Sua presença nas cidades também pode ajudar a inibir enchentes e alagamentos, que atingiram 5,8 milhões de brasileiros só em 2023, segundo a Confederação Nacional dos Municípios.

“Tornou-se comum as famílias pavimentarem o quintal de casa para facilitar a limpeza e tornar o dia a dia mais prático. Essa ação generalizada leva à diminuição da cobertura vegetal das cidades e a água das chuvas tem menos lugar para escoar”, explica o paisagista Ney Laignier, que também é biólogo botânico pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP) e mestre em Biotecnologia pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (IPT-USP) e Instituto Butantã.

Fazendo o caminho contrário, ele traz para o projeto do Jardim Alma Brasileira soluções para que o usuário mantenha seu jardim em casa, sem prejuízo para a praticidade, trazendo mais qualidade de vida para todos que usufruem do espaço e sustentabilidade para a cidade.

O ambiente estará logo na entrada da 10ª Morar Mais Goiânia, que começa no dia 26 de abril em um casarão do Setor Sul. O ambiente natural e instagramável promete chamar atenção do público por seus aromas, cores, texturas e frescor.

Com 85 metros quadrados de terreno, ele terá aproximadamente 30 metros de canteiros diretos e o restante será coberto por material permeável, um belo jardim fica entre 2% e 4% o valor total de uma obra. “São pedriscos que eliminam os incômodos da poeira e não impedem a absorção da água. Além disso, eles favorecem a formação do húmus, formada por material orgânico e microorganismos, que trazem mais saúde para as plantas do jardim”, explica

Outra característica do Jardim Alma Brasileira é o uso da flora nativa, que normalmente tem sido deixada de lado nos projetos de paisagismo. “Estamos trazendo o máximo de plantas nativas para nosso jardim, mostrando todo nosso DNA natural. O Brasil possui a maior biodiversidade do planeta e geralmente é utilizado apenas 10% da flora nativa nos jardins projetados”, diz.

Espécies de plantas nativas brasileiras como Carnaúba, Filodendro, Tinhorão, bromélias, Guaimbé entre outras que serão distribuídas nos canteiros, além de sofisticadas mobílias, dentre elas uma cadeira bangalô que pode ser utilizado como atratividade para fotos de acordo com o paisagista. ”Esta é uma medida que nos alinha à sustentabilidade, uma vez que estas plantas são mais adaptáveis ao nosso clima. Além disso, a flora regional atrai nossa fauna”, explica. Através de suas flores, frutos e sementes.

POR: Comunicação sem fronteiras

Drinques minimalistas: saiba mais sobre a tendência do ‘menos é mais’ na coquetelaria

 


A mixologista parceira do Oba Hortifruti, Jéssica Sanchez, ensina como preparar coquetéis que proporcionam prazer ao paladar e dá dicas de ingredientes que fazem a diferença


Preparar e beber um bom drinque é uma arte. E, atualmente, o minimalismo é a tendência no mundo dos coquetéis, em que as receitas são mais simples, com menos ingredientes e melhor aproveitamento de cada insumo. Dessa forma, frutas e legumes ganham destaque no preparo e têm conquistado cada vez mais adeptos. A mixologista parceira do Oba Hortifruti na Campanha Selos de Desconto, Jéssica Sanchez, diz que, hoje, as pessoas estão mais preocupadas em sentir o sabor do que estão consumindo e preferem reconhecer no paladar todos os ingredientes usados no preparo.

Para isso, vale a máxima de “menos é mais”. “É muito melhor preparar um drinque com, por exemplo, vodca, capim limão e água com gás, e de fato sentir os três ingredientes, do que tomar um com sete ingredientes e sentir levemente um ou outro, e a bebida não ter personalidade nem identidade de sabor”, diz Jéssica.

A mixologista explica que as produções artesanais e naturais são as que mais proporcionam prazer ao paladar e cuidado com a escolha e uso dos produtos. “Além das frutas frescas e sucos, podemos usar xaropes feitos com os frutos maduros, geleias e reduções, que misturados ao álcool darão mais sabor e vão permitir uma experiência diferenciada na degustação, e ainda evitar o desperdício”, afirma. 

Drinque sem álcool ganha espaço e o paladar de muitos

O drinque sem álcool tem se tornado um dos mais consumidos e ganhado espaço em cartas de restaurantes e encontros em casa. Limão, para equilibrar o sabor, água de coco e mel são alguns dos insumos mais usados nos preparos. “O coquetel sem álcool não pode ser um suco. Ele precisa ter a leveza, complexidade, densidade e sabor, ou seja, não ser só um doce; pode ter um amarguinho, uma borbulha. Tudo isso completa a experiência e provoca explosões de sensações”.

Como preparar o coquetel ideal?

Para preparar o drinque ideal, Jéssica ensina que é importante responder a duas perguntas: O que você gosta de beber? Cítrico, amargo, doce ou frutado? E qual é a ocasião em que será consumido. Com isso, é possível escolher os ingredientes e produzir algo mais intenso ou mais refrescante, que vai dar conforto e despertar as sensações no paladar. 

Você sabe usar copos e taças corretamente?

A especialista lembra que o uso correto de taças e copos faz toda a diferença. “A celebração está sempre muito ligada a borbulhas, então drinques frisantes, espumante ou com tônica, ou água com gás, são perfeitos e devem ser tomados em taças, porque, além de tudo, é elegante”.

Jéssica ensina que copo baixo significa intensidade de sabor. “Não tem espaço para complementar com ingrediente não alcoólico, então ele vai ter menos líquido e uma percepção alcoólica maior, potência dos ingredientes, mais quente, como é o caso do negroni, uísque sour e caipirinhas”.

Copos longos e taças de vinho são para os drinques mais leves e refrescantes, e os baixos de sabor ou de menor percepção alcoólica e com densidade mais líquida. ”Eles vão ter a mesma quantidade de destilado, mas têm um complemento de ingrediente não alcoólico, por exemplo, gim e tônica, rum e Coca-Cola, mojito (rum, água com gás, limão, hortelã e açúcar) e moscow mule (vodca e soda). Nas taças podemos também trabalhar bastante o frisante e o espumante para complementar com suco, água com gás ou tônica”.

Dicas preciosas da especialista

Para tornar o drinque mais interessante, Jéssica dá 3 dicas de ingredientes para preparar o coquetel.

1- Com borbulhas - ele vai brincar com o paladar e tornar a experiência diferente. 

2- Adstringentes como gengibre, pitanga, acerola, limão, morango - limpam o paladar e aguça o sentido na língua e torna a experiência circular, com o gosto doce, depois adstringente e volta para o sabor final que é a borbulha ou cítrico.

3- Temperos - usar alecrim, tomilho ou sálvia para decorar e perfumar cria uma sensação a mais que é o aroma ser diferente do sabor, isso complementa e torna a experiência mais completa.

Campanha de Selos de Desconto do Oba traz coleção de copos e taças de cristal alemão

A rede Oba Hortifruti lançou sua nova Campanha Selos de Desconto. Esta edição traz a Coleção Saborear, que engloba nove produtos da marca alemã Schott Zwiesel. A seleção traz opções desde taças e copos de água, de cerveja, de gim, de vinho e até decanter. Todas as peças são de cristal Tritan®, que tem mais resistência, brilho e durabilidade, fabricadas com alta qualidade e tecnologia. Acompanha ainda um resfriador de garrafa, tudo para manter a casa sempre pronta para receber amigos e familiares.

Os itens são exclusivos da rede Oba e só poderão ser comprados durante a campanha, que vai até 16 de junho. A cada R$ 35 em compras, o Cliente Bem Querer recebe um selo de desconto. Quanto mais selos, maior o desconto para comprar os itens da coleção.

De 17 a 30 de junho, os selos deixam de ser entregues, porém os clientes ainda podem comprar a coleção com ou sem desconto conforme disponibilidade de estoque nas lojas.

Sangria comportada

1⁄4 de maçã gala cortada em cubos com casca
 6 unidades de uva niagara
4 unidades de amoras cortadas ao meio
4 fatias bem finas de limão taiti
80ml de suco de uva
100ml (aproximadamente.) de Soda Cranberry Lime
1 rama de hortelã  

Modo de preparo:

Colocar gelo até a metade da taça. Acrescentar as frutas cortadas (exceto o limão). Acrescentar mais gelo por cima. Servir na taça o suco de uva. Completar com a Soda Cranberry Lime. Misturar levemente para não perder o gás da bebida. Decorar com as fatias de limão na parede interna da taça e o ramo de hortelã na borda. 

Lemonade

50 ml de suco de melancia
15ml de xarope de lichia
20ml de limão siciliano espremido
1⁄4 de pitaya macerada
50ml de Soda Pink Lemonade
1 rama de Hortelã 

Modo de preparo:

Macere 1⁄4 de pitaya em uma coqueteleira. Acrescente os demais ingredientes. Coloque pedras grandes de gelo até o topo da coqueteleira. Feche e bata vigorosamente por 6 vezes. Coe com peneira para o copo, já com gelo novo. Finalize com uma camada de Soda Pink Lemonade por cima do drinque. Decore com uma fatia de pitaya deitada na borda do copo e um ramo de hortelã. 

Sunset

50ml de vodca
40ml de Aperol
40ml de suco de tangerina
20ml de limão taiti
100ml (aproximadamente) de água tônica de gengibre
Espuma de gengibre
1 folha de sálvia 

Modo de preparo:

Coloque os ingredientes líquidos, exceto a água tônica, em uma coqueteleira. Acrescente pedras grandes de gelo até o topo da coqueteleira. Bata vigorosamente por 5 vezes. Coe para o copo com gelo novo. Coloque a água tônica, misture levemente para não perder o gás. Finalize com a espuma no topo. Decore com uma folha de sálvia por cima da espuma.

SOBRE O OBA HORTIFRUTI - A rede é referência em qualidade e variedade de produtos, e oferece diariamente um atendimento mais próximo, que prioriza o relacionamento com o cliente, garantindo o equilíbrio perfeito entre sabor e saúde para a vida das pessoas. Acredita que reunir a família e os amigos ao redor da mesa é um momento gostoso e saudável. Referência em saudabilidade e prazer em comer bem, o Oba é fonte para quem deseja manter uma boa alimentação.

Em agosto de 2023, o Oba foi eleito pelos paulistanos o melhor hortifrúti pela 3ª vez, segundo a pesquisa DataFolha.

A rede já foi premiada duas vezes pela Folha de S. Paulo, na pesquisa Top Of Mind, como a marca mais lembrada pelos brasileiros na categoria hortifrúti, pela edição da revista Veja Comer & Beber, como o estabelecimento mais amado pelos paulistanos e também no ranking IBEVAR -- FIA 2020, como uma das empresas mais eficientes do varejo brasileiro.

Atualmente, a marca possui mais de 70 lojas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

Com mais de 40 anos de história, o Oba expandiu sua atuação no mercado com setores de frios e laticínios, açougue, adega, mercearia, importação própria, pré-lavados, lanchonete, floricultura, padaria e restaurante, que complementam o setor de hortifrúti.

 

Créditos: Divulgação Oba Hortifruti 

Eneac 2024 promove painel especial para discutir a Reforma Tributária com parlamentares


 O Encontro Nacional das Empresas de Asseio e Conservação (Eneac 2024), organizado pela Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), promete ser um marco na discussão sobre os desafios e oportunidades enfrentados pelo setor. Marcado para acontecer a partir de amanhã (quarta-feira) de 10 a 14 de abril, no Costão do Santinho, em Santa Catarina, o evento reunirá renomados nomes do cenário nacional, incluindo parlamentares e especialistas, para debater questões cruciais.


Um dos pontos altos do encontro será um painel especial dedicado à Reforma Tributária, que contará com a presença de parlamentares e especialistas renomados. Entre os participantes confirmados, destacam-se os parlamentares Laércio Oliveira (PP-SE) – que será o mediador da conversa e Domingos Sávio (PL-MG), que abordarão o impacto da reforma no setor de serviços. Na ocasião, também participarão o economista Marcos Cintra, Nabil Sahyoun, presidente do Instituto Unidos Brasil (IUB) e o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP). 

No entanto, a discussão não se limitará a teorias e propostas. A Febrac está empenhada em apresentar soluções práticas e viáveis para os desafios que se apresentam. Em declarações prévias ao evento, Avelino Lombardi, diretor financeiro da Febrac, destacou a importância de encontrar uma proposta que atenda às demandas do setor de serviços junto ao governo. "É hora de entrarmos com uma lei complementar que faça justiça tributária, garantindo que todos contribuam de forma equitativa", ressaltou.


As preocupações levantadas pelo deputado Laércio Oliveira que vem pautando o Congresso Nacional com as demandas do setor de serviços, ecoam os temores do setor. Oliveira alerta para o risco de um colapso econômico de longo prazo caso as medidas adotadas não sejam cuidadosamente planejadas. "Esta Reforma pode lançar o setor de serviços no pior quadro econômico que ele já viveu", afirmou. Ele enfatiza a necessidade de medidas que não onerem excessivamente o setor, sob o risco de comprometer a geração de empregos e a saúde financeira das empresas.


Em sintonia com as preocupações levantadas por Laércio, Edmilson Pereira, presidente da Febrac, reforça a importância de uma abordagem equilibrada e justa. "Estamos empenhados em encontrar soluções que beneficiem não apenas algumas empresas, mas todo o setor de serviços", afirmou Pereira. "É fundamental que as medidas adotadas pela Reforma Tributária sejam pensadas levando em consideração as peculiaridades e desafios enfrentados pelas empresas de asseio e conservação", comentou.


O Eneac 2024 promete ser um espaço de diálogo franco e construtivo, onde líderes do setor, especialistas e representantes políticos poderão debater e propor soluções para os desafios que se apresentam. Com a participação ativa de todos os envolvidos, a expectativa é que o evento contribua para o desenvolvimento sustentável do setor de serviços e para a construção de um ambiente tributário mais justo e equitativo, junto ao governo federal e o Congresso Nacional.


Sobre a Febrac – A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços Terceirizáveis (Febrac) foi criada para representar os interesses dos setores de serviços de Asseio e Conservação. Hoje, representa 12 setores ligados à terceirização de mão de obra especializada.


Com sede em Brasília, a federação agrega sindicatos nas 27 unidades federativas do país e ocupa cargos na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), nos Conselhos Nacionais do SESC e do SENAC, na Central Brasileira de Apoio ao Setor de Serviços (CEBRASSE) e na Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis e na World Federation of Building Service Contractors (WFBSC). A Febrac tem como objetivo cuidar, organizar, defender e zelar pela organização das atividades por ela representadas.

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – FEBRAC

Proativa Comunicação

Experiências e vidas transformadas com a Incubadora de Projetos


 Nos últimos anos, Hackacity Guará já beneficiou diversos projetos e startups com evolução de empreendimentos no DF

 Moldar o futuro com uma proposta visionária, levar experiências intensas e inspiradoras, transformar uma comunidade com aulas gratuitas. Mais que mentorias e um programa de Incubadora de Projetos, o Hackacity Guará tem muitos exemplos de ideias que saíram do papel e se tornaram realidade, com propósito cumprido para tornar o Guará uma cidade melhor, mais inclusiva, segura e sustentável. Na última segunda-feira (dia 8), teve início o ciclo de aulas para as novas turmas.

Durante a primeira aula, os participantes tiveram a oportunidade de compartilhar um pouco sobre seus projetos, empresas e ideias. A inauguração das aulas teve a presença do secretário Executivo da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI DF), Alexandre Villain, que deu boas vindas à turma.

Desde 2018, o Hackacity Guará atua de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 e a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. O programa possui uma plataforma para o desenvolvimento inteligente da cidade, incubando startups locais e discutindo formas de ressignificar o espaço urbano.

A Incubadora se torna um espaço aberto, com oferta de mentorias gratuitas de 8 de abril a 21 de julho, levando oportunidades para os interessados participarem com soluções inovadoras. Podem se inscrever pessoas com perfil empreendedor, desenvolvedor, pesquisador ou simplesmente com interesse em inovação, nos encontros semanais, às segundas-feiras à noite, no auditório da Administração do Guará,  com fácil acessibilidade, perto do Metrô.

Experiências com projetos que levam benefícios

Durante a incubação, os empreendedores têm acesso as mentorias coletivas e individuais com especialistas renomados. Conceitos como movimento lean, MVP, validação, aspectos jurídicos, investimento, vendas, media training e internacionalização são tratados durante as aulas pelos facilitadores, responsáveis por cases de sucesso no Brasil.

A incubadora de startups tem o intuito de incentivar práticas que tornam a cidade mais inteligente, ao impulsionar as startups nascentes, que são ideias de negócio inovadoras, repetíveis e escaláveis, em benefício da comunidade. Ao final dos meses de preparo, é realizado o “Demo Day”, como forma de apresentação da evolução dos empreendimentos. Nessa oportunidade, vários especialistas avaliam os projetos, os nichos de atuação e níveis de maturidade dos trabalhos.

Segundo a coordenadora pedagógica do Hackacity, Juliana Martineli, o programa proporciona maior desenvolvimento dos negócios. “Nosso objetivo é ensiná-los a evitar os erros que outras empresas cometem ao longo da jornada. Sabemos que o empreendedorismo é uma saída como criação de renda e desenvolvimento social, e isso já explica o porquê a incubadora gratuita é transformadora”, ressalta.

Para o administrador do Guará, Artur Nogueira, o Hackacity fomenta inovação e beneficia empreendedores, transformando a cidade para melhor. “O Hackacity tem sido muito importante para o fortalecimento do empreendedorismo no Guará. O incentivo à geração de emprego e renda é uma determinação do governador Ibaneis Rocha e tem recebido nosso apoio total. A Incubadora tem auxiliado talentos da nossa cidade com suporte técnico, desenvolvimento tecnológico e muita inovação”, destaca o administrador do Guará.

Projetos que são exemplos para empreendedores

O Hackacity Guará é uma iniciativa do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal - Codese-DF, com apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF e da Administração do Guará, e fomento do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil.

A Incubadora de Projetos visa catalisar a criação de novos negócios em diversos setores da economia, promovendo a colaboração entre os participantes do cenário empresarial e empreendedor no Distrito Federal, especialmente aqueles residentes na cidade do Guará que estão iniciando, desenvolvendo ou consolidando empreendimentos.

Créditos da foto: Diogo Leon Xavier

Reportagem: Proativa Comunicação

Sugestão de pauta: Deputado Anderson Teodoro e Prefeitura Municipal destinam R$ 3,9 milhões para recapeamento do bairro Jardim Brasília



 O Deputado Estadual Anderson Teodoro, o Prefeito Municipal Dr. Lucas Antonietti e o

Secretário de Obras, Anderson Iuata, anunciaram na tarde desta terça-feira, 9, o

recapeamento de todas as ruas do bairro Jardim Brasília, importante centro comercial do

município.

A obra terá R$ 2 milhões de emenda destinadas pelo deputado e R$ 1,9 milhão da prefeitura

municipal, para garantir asfalto quente nas 45 ruas que cruzam a avenida JK e fazem parte do

coração econômico da cidade.

Anderson Teodoro agradeceu a confiança da população. “Isso é um trabalho em parceria com

o prefeito. Obrigado a todos que acreditaram na gente. Juntos vamos fazer muito mais pela

cidade. Contem comigo,” afirmou.

Segundo o prefeito, dez equipes de roçagem e tapa buraco estão espalhadas por diversos

setores da cidade. E uma delas irá começar o trabalho no bairro na quinta-feira, ocasião em

que o prefeito fará uma nova visita será feita no local para orientar os moradores sobre a obra.

“A população terá um pequeno inconveniente transitório durante o serviço, mas será por um

bom motivo. As máquinas estarão trabalhando,” concluiu.

POR:Talita Gonçalves

Assessoria do Deputado Anderson Teodoro

O que pode mudar com a regulamentação da Reforma Tributária?

 


Para a Feaduaneiros, a proposta impacta o comércio exterior com possível desburocratização dos processos tributários nas operações das empresas

 

Após quatro décadas de discussões no Congresso, a Reforma Tributária foi promulgada em 2023 com a proposta de simplificação dos tributos que os brasileiros pagam ao governo por cada produto e serviço. A promessa de desburocratização e eficiência às empresas é avaliada pela Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros (Feaduaneiros), que amplia a visão também para o cenário internacional.

O texto recente da Reforma Tributária impacta as operações das empresas que atuam no mercado internacional, ao mesmo tempo em que diferentes setores da sociedade estão de olho nos detalhes que podem beneficiar a economia brasileira. O Legislativo tem se dedicado para a regulamentação da reforma, no intuito de levar mais transparência nas cobranças e unificar as tributações em apenas um único imposto.

A reforma irá reduzir o número de guias de pagamento de impostos, caso seja aprovada, com a proposta de simplificar o sistema tributário, substituindo cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Com uma transição que vai demorar dez anos, sem redução da carga tributária, a proposta também cria o Imposto Seletivo Federal, que incidirá sobre bens e serviços cujo consumo se deseja desestimular.

Impactos da Reforma Tributária no Comércio Exterior

Diante de várias abordagens sobre a reforma, o Comércio Exterior tem grande destaque por representar 40% do PIB brasileiro e por ter nas exportações um meio para abertura de novos mercados, contribuindo com uma imagem positiva para o exterior. Nesse contexto, o tratamento tributário diferenciado e a lógica da desoneração surgem com o intuito de levar equilíbrio à balança comercial no país.

Para o presidente da Feaduaneiros,  José Carlos Raposo Barbosa, a Reforma Tributária impacta diretamente o comércio exterior brasileiro. “O impacto seria a própria redução da carga tributária com a unificação de vários tributos e diminuição das obrigações acessórias. Não se tem mais espaço para o aumento da já elevada carga tributária, sendo importante a criação de alíquotas diferenciadas para indústria, comércio e serviços”, afirmou Raposo.

Mudanças no setor aduaneiro com a Reforma Tributária

Segundo Carlos Alberto Rodrigues, consultor jurídico da Feaduaneiros, a reforma pode afetar de forma equitativa os gastos públicos, pois quanto maiores aos gastos, maior será a necessidade de arrecadação. Logo, essas alíquotas poderão sofrer interferência direta ou indireta se estes revelarem, ou se mantiverem, maiores que a sua arrecadação. Neste contexto, “certamente o comércio exterior terá de arcar, também, com o aumento de impostos, bem como a possibilidade de extinção ou contingenciamento dos regimes aduaneiros especiais, como notadamente o ‘Regime de Drawback’, criado pelo Decreto-Lei 37/66, como uma desoneração de impostos na importação vinculada a um compromisso de exportação”, explica Rodrigues.

O consultor da entidade também revela a preocupação quanto à formação da base de cálculo de incidência dos tributos aduaneiros. “Durante a regulamentação por lei complementar, deverão ser inseridas rubricas de despesas portuárias e aduaneiras que são vedadas por tratados internacionais e, uma vez agregadas na base de incidência, aumentarão, indiretamente, os tributos”, pontua o consultor da entidade.

Com relação à desburocratização, na avaliação do presidente da Feaduaneiros, é fundamental a redução da burocracia no comércio exterior, adotada principalmente pela Receita Federal e a SECEX, porém deve ser seguida por todos os órgãos anuentes. “Só assim, os empresários terão condições melhores para concorrência internacional, lembrando que quem não importa também não exporta, pois o comércio exterior é uma via de mão dupla. Lembrando que a redução da burocracia é apoiada pela OMC, OMA, ASAPRA, entre outras instituições internacionais”, ressaltou José Carlos Raposo.

Diante desse cenário, a Feaduaneiros avalia que as mudanças propostas têm o potencial de impactar profundamente as operações de comércio exterior com a busca por simplificação, modernização e competitividade, visando fortalecer a posição das empresas brasileiras no mercado global. “O Brasil pode se descolar desta previsão e crescer além dos números. Acredito que seja possível, se houver uma Reforma Tributária focada na diminuição de burocracia para o empresariado, objetivando maiores condições de competividade no comércio internacional”, concluiu Raposo.

SOBRE A FEADUANEIROS - A Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros tem o objetivo de congregar e representar a categoria econômica dos Despachantes Aduaneiros em todo o território nacional.

 

Suas atribuições incluem a luta pelos direitos e interesses da categoria, com representatividade para conciliar divergências e conflitos entre os Sindicatos afiliados, bem como promover a solidariedade e a união de toda a classe profissional; defender os princípios de liberdade para o exercício da profissão, a lealdade na concorrência e a ética no desempenho da atividade profissional.

 

Desde 1850 atuante no Brasil, o Despachante Aduaneiro é um profissional que contribui com a modernização do desembaraço de mercadorias em importação e exportação, bem como na intermediação de mercadorias em trânsito no país.

 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO – FEADUANEIROS

Proativa Comunicação

GDF oferece estímulo para empresários por meio de programas e novas escrituras


 Janine Brito, CEO da Pinheiro Ferragens, vê o acontecimento como algo positivo para o desenvolvimento da economia local


 O Governo do Distrito Federal (GDF) vem se destacando por suas iniciativas voltadas para o estímulo ao empreendedorismo e o desenvolvimento econômico da região. Por meio da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF, foram entregues na última semana um total de 65 escrituras públicas, 61 contratos e 13 termos aditivos para empresas da capital federal. Essas ações fazem parte dos programas de Apoio ao Empreendimento Produtivo do DF (Pró-DF II) e Apoio ao Desenvolvimento do DF (Desenvolve-DF).


Sobre esse acontecimento, Janine Brito, CEO da Pinheiro Ferragens, expressa seu apoio às iniciativas do governo local, destacando a importância dessas ações para o desenvolvimento econômico da região. "É extremamente positivo ver o governo oferecendo estímulos e apoio aos empresários locais através de programas como o Pró-DF II e o Desenvolve-DF. Essas medidas não só beneficiam as empresas diretamente envolvidas, mas também contribuem para fortalecer toda a economia do Distrito Federal. Como empresária, vejo com bons olhos o compromisso do governo em criar um ambiente favorável aos negócios e ao crescimento empresarial", afirma.



Desde 2019, o governo já entregou 800 escrituras e contratos referentes aos programas de desenvolvimento econômico para empresários do DF. Estas iniciativas são vitais para fortalecer o tecido empresarial local, incentivando investimentos, gerando empregos e impulsionando a economia da região.


As 139 novas entregas ocorreram no Salão Branco do Palácio do Buriti e contaram com a presença do governador Ibaneis Rocha; do presidente da Terracap, Izidio Santos; diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim; do secretário de Trabalho e Renda, Thales Mendes; além de parlamentares do DF.


Os documentos entregues referem-se a lotes da Terracap localizados em diversas regiões administrativas do DF. Eles beneficiam empresas que já estão em funcionamento e gerando empregos dentro do Programa Pró-DF, assim como companhias cujas sedes ou filiais ainda serão construídas. Um detalhe importante destacado pelo GDF é que algumas das empresas beneficiadas esperavam a regularização por mais de 20 anos.


O compromisso do governo em promover o desenvolvimento econômico sustentável e oferecer suporte aos empresários é fundamental para impulsionar o crescimento e a competitividade do Distrito Federal. A entrega dessas escrituras e contratos representa um passo significativo nesse sentido, fortalecendo o ambiente de negócios e incentivando novos investimentos na região.


Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.

 

SERVIÇO:

Pinheiro SIA

segunda-feira

Neoindustrialização traz desafios de inovação para o Brasil



Com o recente texto da Nova Indústria Brasil (NIB), apresentado em janeiro pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), a nova política pode trazer melhorias significativas e mais desenvolvimento produtivo para a indústria brasileira. A proposta do governo é de que, até 2033, ocorram mais ações sustentáveis e de inovação, para ampliar a competitividade do setor.

Conforme a proposta, está definido o valor de R$ 300 bilhões para financiamentos destinados à nova política industrial até 2026. Este investimento deverá ser utilizado para o cumprimento de metas do Plano de Ação 2024-2026, para áreas prioritárias que englobam todos os ministérios do CNDI e do setor produtivo nacional.

Com a visão de estimular o setor produtivo em favor do desenvolvimento, entre as ações previstas estão as linhas de crédito especiais, os recursos não-reembolsáveis, ações regulatórias e de propriedade intelectual, e uma política de obras e compras públicas.

O Brasil tem grande potencial. Apesar disso, ainda precisamos de mais incentivos para a indústria. Sabemos que existe grande complexidade no cumprimento de ações como as citadas acima uma vez que há a expectativa de que a neoindustrialização traga mais desenvolvimento sustentável e melhoria na produtividade, nas exportações e na oferta de empregos.

Os programas da neoindustrialização apresentam alto potencial com oportunidades para crescimento da economia, ao mesmo tempo em que é preciso aumentar a produção dos produtos. Também é necessário ter um olhar atento para a economia verde já que este é um grande desafio para encontrarmos, por exemplo, energias limpas e recursos renováveis e reutilizáveis, durante o processo produtivo.

Mais que nova política, é preciso integração com o comércio exterior e a adoção de estratégias eficazes, que contribuam para a melhor estrutura industrial no Brasil. A inovação de produtos tecnológicos e com energia limpa, por exemplo, além de diferenciais competitivos, são melhorias possíveis para o Brasil exportar ainda mais.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que o governo brasileiro está no caminho certo ao lançar uma nova política de neoindustrialização. Segundo a CNI, a Nova Indústria Brasil é um instrumento moderno e vai fomentar a neoindustrialização, com foco no desenvolvimento sustentável, investimento em produtividade e inovação e comércio exterior.

Como o CNDI tem a ver com a nova política industrial

De acordo com o governo federal, serão R$ 300 bilhões para financiamentos destinados ao plano até 2026. Além dos R$ 106 bilhões anunciados na primeira reunião do CNDI, em julho, outros R$ 194 bilhões foram incorporados, de diferentes fontes de recursos e redirecionados para dar suporte ao financiamento das prioridades da Nova Indústria Brasil.

Nos moldes do Plano de Retomada da Indústria, entregue pela CNI ao governo no ano passado, a Nova Indústria Brasil define metas para cada uma das seis missões que norteiam os trabalhos até 2033. Foram definidas áreas prioritárias para investimentos e um conjunto de ações que envolvem a união dos integrantes do CNDI, tanto governo como setor produtivo nacional.

Missões anunciadas pelo CNDI

Missão 1: Cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais para a segurança alimentar, nutricional e energética;

Missão 2: Complexo econômico industrial da saúde resiliente para reduzir as vulnerabilidades do SUS e ampliar o acesso à saúde;

Missão 3: Infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis para a integração produtiva e bem-estar nas cidades;

Missão 4: Transformação digital da indústria para ampliar a produtividade;

Missão 5: Bioeconomia, descarbonização e transição e segurança energéticas para garantir os recursos para futuras gerações;

Missão 6: Tecnologias de interesse para a soberania e defesa nacionais.

A meta é conseguir autonomia na produção de 50% das tecnologias críticas para fortalecer a soberania nacional, com prioridade nas ações para o desenvolvimento de energia nuclear, sistemas de comunicação e sensoriamento, sistemas de propulsão e veículos autônomos e remotamente controlados.

O Ministério Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) lançou o programa Brasil Mais Produtivo, em uma parceria de várias instituições para a transformação digital brasileira. Coordenado pelo MDIC, o programa vai destinar R$ 2,037 bilhões para o engajamento de 200 mil empresas, das quais 93,1 mil receberão atendimento direto.

O investimento no ciclo econômico pode beneficiar a indústria e comércio conjuntamente, além de incentivar o desenvolvimento tecnológico de micro, pequenas e médias empresas, pois o comércio que viabiliza a venda dos produtos industrializados.

POR: Proativa Comunicação

Aumento das exportações evidencia a força do agronegócio nacional

 


Feaduaneiros avalia as projeções para o futuro deste

mercado que começou 2024 com tudo


Segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações de janeiro deste ano apontam crescimento de 18,5% em relação ao mesmo período de 2023, somando US$ 27,02 bilhões. De acordo com o relatório do MDIC, a agropecuária brasileira teve aumento de 21%, totalizando US$ 4,29 bilhões.

 

Ao evidenciar a força do agronegócio nacional, alguns produtos se destacaram, com a elevação do envio de soja (191,1%), algodão bruto (106,5%) e café não torrado (aumento de 17,9%). Outros produtos, como o açúcar e etanol, também demonstram bons resultados.

 

Outros dados recentes da  Secretaria de Comércio Exterior (Secex) evidenciam que a balança comercial brasileira acumulou superávit de US$ 6,527 bilhões em janeiro - o que demonstra um aumento de 185,6% em relação ao saldo registrado no início do ano passado. Esse foi o maior saldo comercial para meses de janeiro desde o início da série histórica da secretaria, em 1989. O desempenho foi resultado de exportações de US$ 27,016 bilhões, contra importações de US$ 20,490 bilhões.

 

Outro índice recorde para o início do ano foi a corrente de comércio – representada pela soma entre exportações e importações e utilizada como termômetro da abertura de um país ao exterior – no valor de US$ 47,506 bilhões. Uma pesquisa da Reuters com economistas apontava expectativa de saldo positivo de US$ 7,350 bilhões para janeiro.

 

Em 2023, os produtos mais exportados pelo Brasil, durante o primeiro semestre, foram os dos segmentos da Indústria de Transformação, Indústria Extrativa e Agropecuária.

 

Estados brasileiros no topo das exportações em 2023

 

Segundo a Comextat, os estados brasileiros que mais exportaram em 2023 foram: São Paulo; Rio de Janeiro; Minas Gerais; Mato Grosso; Paraná; Rio Grande do Sul; Pará; Goiás; Santa Catarina; e Bahia. Com relação aos principais produtos, confira o ranking a seguir (Valor FOB US$):

 

1º Minério de Ferro: 42,2 bilhões

 

2º Soja : 37,3 bilhões

 

3º Óleos brutos de petróleo: 27,4 bilhões

 

4º Açúcares e melaços: 8,5 bilhões

 

5º Carne Bovina: 7,4 bilhões

 

6º Farelos de Soja: 7,2 bilhões

 

7º Óleos combustíveis de petróleo: 6,6 bilhões

 

8º Demais produtos - Indústria de Transformação: 6,4 bilhões

 

9º Carnes de aves: 6,3 bilhões

 

10º Celulose: 6,1 bilhões

 

Principais parceiros comerciais

Segundo o MDIC, em relação aos nossos principais parceiros comerciais, destaca-se o crescimento das exportações para China, Hong Kong e Macau (53,1%) e para os Estados Unidos (26,8%). Cresceram também as vendas para África (27,5%) e o Oriente Médio (42,5%).

Visão geral da Feaduaneiros com relação ao Brasil no cenário econômico de comércio exterior

O vice-presidente da Feaduaneiros, Welington de Jesus Victoriano, explica que o Brasil é a 13ª maior economia mundial, ocupando a 25ª posição mundial nas exportações. Nos últimos anos, o país registrou números importantes no cenário internacional. “Temos 72% do PIB do Mercosul, com um grande potencial na produção e exportação de commodities agrícolas do mundo”, afirma.

Ao avaliar o histórico recente, Victoriano demonstra otimismo com relação aos recordes das exportações. “O Brasil tem apresentado um baixo crescimento econômico nas últimas décadas, causando o aumento do desemprego e desigualdade social, porém estamos crescendo nas exportações de produtos agropecuários, e qualificando a sua mão-de-obra”, comenta Welington, ao destacar que existem projeções de mais crescimento das exportações nos próximos anos, pois o Brasil é uma potência em desenvolvimento.

Em janeiro, o açúcar foi outro produto que também se sobressaiu, com exportação mais que dobrada em relação ao mesmo período de 2023. Foram 553 milhões de toneladas comercializadas para outros países, resultando em uma receita de US$ 328,55 milhões (+196%).

O etanol acompanhou o ritmo do açúcar e teve elevação no volume exportado com alta anual de 3,2% e envio de 260,46 milhões de toneladas.  Em relação a dezembro do ano passado, apresentou recuo de 12,1%. 

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